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Jó, JÓ, 24:22, Mas Deus, por sua força, prolonga os dias dos valentes; eles se veem em pé quando desesperavam da vida.

Por Jó, Antigo Testamento

'' E hoje o sonho acaba, recomeça a esperança que vivveu falecida em vida no meu viver. As lágrimas ecoam na turbulência da alma entristecida. Odia vai perdendo sua cor, seu encanto. O sentimento se torna vazio, e a música da vida vai perdendo sua melodia, para escrever sua letra triste em lágrimas ao fundo da orquestra da dor. O poema não tem vida, o poema é vazio sem sentimento. Mas como escrever com sentimento, quando se quer sentir o que não se pode mais? Sentir o sentimento perdido... E vai se esvaindo a ''alegria'' de ''cada'' dia, em apenas uma NOITE, com meras palavras miseráveis da alegria que foram um dia, e ricas da dor que se deveras sentir agora Quando a flor da poesia MURCHA...''

Por Alexandre oliveira

Números, NM, 22:6, Venha agora e, por favor, amaldiçoe este povo, pois eles são mais poderosos do que eu; talvez assim eu possa atacá-los e expulsá-los da terra. Porque sei que a quem você abençoar será abençoado, e a quem você amaldiçoar será amaldiçoado.

Por Números, Antigo Testamento

Pois vou seguir, com Deus enfim.

Por Sabotage

Isso que é beleza para mim. Não o brilho da perfeição pré-fabricada, mas a beleza da individualidade, do tempo e da sabedoria que só vem com a experiência.

Por Dave Grohl

Entregar-se às pérfidas insinuações de um adulador, equivale a beber veneno numa taça de oiro.

Por Demófilo

Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.

Por Augusto Cury

Quando todo mundo acha que você é um monstro, não é preciso perder tempo fazendo monstruosidades.

Por Leigh Bardugo

Bastou imaginar a vida sem você para perceber como seria terrível perdê-lo.

Por A Cozinheira de Castamar (série)

Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é. Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem – pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela – apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão. Seu focinho é úmido e fresco. Eu beijo o seu focinho. Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito. A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave. Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome. Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai. Se ele fareja e sente que um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e vai. Aviso também que não se deve temer o seu relinchar: a gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.

Por Clarice Lispector