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I Samuel, 1SM, 9:16, - Amanhã a estas horas, enviarei a você um homem da terra de Benjamim, o qual você ungirá por príncipe sobre o meu povo de Israel. E ele livrará o meu povo das mãos dos filisteus. Porque olhei para o meu povo, pois o seu clamor chegou a mim.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Quero um poema que diga Que nada há que dizer Senão que a noite castiga Quem procura uma cantiga Que não é de adormecer

Por Manuel Alegre

⁠"A vida é uma viagem curta. Aproveite cada detalhe com intensidade e responsabilidade. Fuja do que é mal e fútil. Deixe de lado as ostentações e tudo que aquilo que é efêmero. Invista na eternidade."

Por Wallace Avlys

Jó, JÓ, 15:11, ´Você faz pouco caso das consolações de Deus e das suaves palavras que dirigimos a você?

Por Jó, Antigo Testamento

Tudo compreender não é tudo perdoar. A psicanálise nos ensina não apenas o que podemos suportar, mas também o que devemos evitar. Ela nos diz o que deve ser eliminado. A tolerância para com o mal não é de maneira alguma um corolário do conhecimento.

Por Sigmund Freud

Nenhum pecador jamais foi salvo por entregar seu coração a Deus. Não somos salvos por nossa entrega, somos salvos pelo que Deus entregou.

Por A. W. Pink

Eu acordo pensando em te ter Sei do erro e vim me arrepender Traz de volta o nosso amor Isso não é caô E, por favor, devolva o coração Que tu levou

Por Dadá Boladão

Salmos, SL, 106:14, Entregaram-se à cobiça, no deserto; e, nos lugares áridos, puseram Deus à prova.

Por Salmos, Antigo Testamento

Olhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!

Por Gonçalves Dias

Vem como labareda de fogo E pousa sobre cada um de nós

Por Jefferson e Suellen