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Jó, JÓ, 38:24, Qual é o caminho para o lugar onde se difunde a luz e onde o vento leste se espalha sobre a terra?`
Por Jó, Antigo TestamentoA morte troça das palavras; a doença teme a palavra, mas a morte está-se nas tintas.
Por Máximo GorkyQuem me conhece confia em mim. E quem a conhece sabe que confio totalmente na minha esposa.
Por La TemplanzaÊxodo, EX, 27:7, Os cabos devem ser passados pelas argolas, de um e de outro lado do altar, quando este for transportado.
Por Êxodo, Antigo TestamentoNão te Amo Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma. E eu n 'alma – tenho a calma, A calma – do jazigo. Ai! não te amo, não. Não te amo, quero-te: o amor é vida. E a vida – nem sentida A trago eu já comigo. Ai, não te amo, não! Ai! não te amo, não; e só te quero De um querer bruto e fero Que o sangue me devora, Não chega ao coração. Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela. Quem ama a aziaga estrela Que lhe luz na má hora Da sua perdição? E quero-te, e não te amo, que é forçado, De mau, feitiço azado Este indigno furor. Mas oh! não te amo, não. E infame sou, porque te quero; e tanto Que de mim tenho espanto, De ti medo e terror... Mas amar!... não te amo, não.
Por Almeida GarrettEzequiel, EZ, 12:19, E você dirá ao povo da terra: Assim diz o Senhor Deus a respeito dos moradores de Jerusalém, na terra de Israel: ´Eles comerão o seu pão com ansiedade e beberão a sua água com espanto, porque a terra deles será despojada de tudo o que contém, por causa da violência de todos os que nela habitam.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoCOVARDIA (soneto) Se, assim, de novo à minha emoção Tocar, entediante, para o meu amor Hei de revelar-lhe toda a sensação Do coração, sussurrante e com dor Pouco importa se for apenas ilusão Não se faz surdo e cego este rancor Pois bem, dói, não apenas na paixão Nos suspiros, e tão cheios de temor O soneto chora, ai! Sangra, se arruína E, dentro do peito um vazio que arde Fazendo de o amargo poetizar, rotina Sôfrego... Suplicante... e tão aturdido Me vem aquela fragilidade covarde Fazendo o sentimento tão bandido. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 13 maio, 2025, 05’06” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol