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Jeremias, JR, 28:8, Os profetas que houve antes de mim e antes de você, desde a antiguidade, profetizaram guerra, calamidade e peste contra muitas terras e grandes reinos.
Por Jeremias, Antigo TestamentoSei que você é um idiota. Mas é o único idiota nessa família que não pensa só em si mesmo.
Por Entrevias (série)Ser sol mas também ser chuva. Ter razão sem perder a noção da dúvida. Ser de tudo um pouco mesmo sendo nada. A graça está sempre nas coisas diferentemente novas da vida..
Por Túlio DiasEzequiel, EZ, 16:29, pelo contrário, você estendeu as suas prostituições até a Caldeia, essa terra de negociantes, mas nem com isso ficou satisfeita.`
Por Ezequiel, Antigo TestamentoO problema é que as pessoas com as ideias mais ridículas são sempre aquelas que têm mais certeza sobre elas.
Por Bill MaherComo alguém poderia pensar em demonstrar que Deus existe a menos que já tenha permitido a si mesmo ignorá-lo? A existência de um rei é demonstrada por meio de submissão e submissividade. Você quer tentar demonstrar que o rei existe? Você fará isso oferecendo uma série de provas, uma série de argumentos? Não. Se você é sério, demonstrará a existência do rei através da sua submissão, pela maneira como você vive. E assim é com a demonstração da existência de Deus. Isso não é alcançado por meio de provas, mas sim de adoração. Qualquer outra maneira é apenas uma tentativa desajeitada de um pensador.
Por Soren KierkegaardRONDA SILENCIOSA Solidão cerrada, aquietada, escura Afora a janela, o cerrado tão calado Na imensidade do céu não fulgura Um só brado, um ermo imaculado Cá dentro, a mudez flébil murmura E a melancolia no vento é fustigado Escoriando a alma, áspera candura Em um rasgar do silêncio denodado Ecoa surdamente sôfrega bofetada De escora frouxa, completamente Aflando ali a apertura tão abafada E, a letargia, assim, vorazmente Faz tácitos claustros de morada Em ronda silenciosa, lentamente © Luciano Spagnol- poeta do cerrado Cerrado goiano, 5 de dezembro, 2019 Olavobilaquiando
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)há nelas a incerteza de não saberem se são incompletamente infelizes.
Por João Luís Barreto Guimarães