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Êxodo, EX, 38:26, seis gramas por cabeça, isto é, metade do peso padrão, segundo o peso padrão do santuário, de cada um dos arrolados, de vinte anos para cima, que foram seiscentos e três mil quinhentos e cinquenta.
Por Êxodo, Antigo TestamentoDurante toda a vida crescemos desistindo. Abrimos mão de alguns dos nossos mais profundos vínculos com outras pessoas. De certas partes muito queridas de nós mesmos. Precisamos enfrentar, nos sonhos que sonhamos, bem como nos nossos relacionamentos íntimos, tudo o que jamais teremos e tudo o que jamais seremos. Investimentos emotivos nos fazem vulneráveis a perdas. E às vezes, por mais inteligentes que sejamos, temos de perder.
Por Judith ViorstÊxodo, EX, 22:30, Faça o mesmo com as suas vacas e com as suas ovelhas; deixe que a cria fique sete dias com a mãe, mas no oitavo dia você a entregará para mim.
Por Êxodo, Antigo TestamentoEu não posso mudar quem eu sou Não desta vez, não vou mentir Para te manter perto de mim E nesta curta vida, não há tempo Para desperdiçar desistindo Meu amor não foi suficiente
Por Amy LeeUM AMOR MAIOR (soneto) Depois que te beijei, depois, nada mais importou notei que senti uma sensação que não tem preço um sentimento, o melhor, que ainda não passou e, palpita na emoção, se tem tanto, não conheço Ternura intensa, viva, velada no abraço espesso em um tom maior, que depois do súbito brotou na fascinação do coração, no mais doce apreço e nesta ventura és o versar poético que te dou Depois que te beijei, depois, tudo é satisfação sem você é saudade, que aperta, tão estreito sentir, que invade a alma em uma louca paixão de te querer, de estar junto a ti, é tão melhor enredado assim, e com tão ardente candura só depois que te beijei, senti um amor maior. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 13 abril, 2025, 14’34” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolÉ preciso estar preparado para tumultuosas e intermináveis ondas de transformação.
Por Elizabeth GilbertUm objetivo formulado ingenuamente transmuta-se com o tempo na forma sinistra das mentiras da vida.
Por Jordan B. PetersonProstituição ou outro qualquer nome, Por tua causa, embora o homem te aceite, É que as mulheres ruins ficam sem leite E os meninos sem pai morrem de fome! Por que há de haver aqui tantos enterros? Lá no "Engenho" também, a morte é ingrata... Há o malvado carbúnculo que mata A sociedade infante dos bezerros! Quantas moças que o túmulo reclama! E após a podridão de tantas moças, Os porcos esponjando-se nas poças Da virgindade reduzida à lama! Morte, ponto final da última cena, Forma difusa da matéria imbele, Minha filosofia te repele, Meu raciocínio enorme te condena! Diante de ti, nas catedrais mais ricas, Rolam sem eficácia os amuletos, Oh! Senhora dos nossos esqueletos E das caveiras diárias que fabricas!
Por Augusto dos Anjos