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NATAL Sino, claro, sino Tocas para quem? Para o Deus-Menino, que de longe vem! Pois se O encontrares, traze-Lo ao Meu Amor E o que lhe ofereces, Velho Pescador? Minha Fé cansada... meu Vinho, meu Pão! Meu Silêncio Limpo... Minha Solidão!
Por Carlos Pena FilhoDeus é o meu guia, eliminando todos os falsos Me pegou como seu filho e me guardou nos seus abraços
Por ChefinEsdras, ED, 4:23, Depois que a cópia da carta do rei Artaxerxes foi lida diante de Reum, de Sinsai, o escrivão, e dos seus companheiros, eles foram depressa a Jerusalém, aos judeus, e, de mão armada, os forçaram a parar a obra.
Por Esdras, Antigo TestamentoQuem dera que sintas as dores de amores que louco senti; Quem dera que sintas... Não negues, não mintas, eu vi!
Por Casimiro de AbreuII Crônicas, 2CR, 18:26, E digam: ´Assim diz o rei: Metam este homem na cadeia e o ponham a pão e água, até que eu volte em paz.`
Por II Crônicas, Antigo TestamentoFoi como num carnaval Bem no final Quando fica um vazio nas ruas E os copos descartáveis no chão Dá trabalho pra limpar depois No outro dia cedinho Depois da multidão
Por A Trupe PoligodélicaQuando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas... Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores. O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade. Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior. A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo. É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição. Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações. O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas... porém, em ordem e em paz.
Por Divaldo Franco