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João, JO, 13:32, <J>Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará nele mesmo;</J> <J>e ele o glorificará imediatamente.</J>

Por João, Novo Testamento

Cada grama de meu cinismo é sustentada por precedentes históricos.

Por Glen Cook

Um dia pode ter apenas vinte e quatro horas, mas às vezes passar por um parece tão impossível quanto escalar o Everest.

Por Gayle Forman

Salmos, SL, 69:22, Que a mesa deles se torne em laço diante deles, e a prosperidade, em armadilha.

Por Salmos, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 43:34, Então José lhes apresentou as porções que estavam diante dele, e a porção de Benjamim era cinco vezes maior do que a dos outros. E beberam com ele até ficarem alegres.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Dor não era apanhar de desmaiar. Não era cortar o pé com caco de vidro e levar pontos na farmácia. Dor era aquilo, que doía o coração todinho, que a gente tinha que morrer com ela, sem poder contar para ninguém o segredo.

Por José Mauro de Vasconcelos

Os homens sofrem portanto,a tensão nervosa e psíquica que lhes é imposta pela concorrência com seus semelhantes.Por mais que tenham sido educados ,desde a mais tenra infância,para identificar o progresso com a louca aberração da competição ,a angústia que os oprime se lê nos seus olhos.Sobretudo nos olhos daqueles que querem "estar na crista da onda",que são os mais ativos e os primeiros a morrer de infarte.

Por Konrad Lorenz

⁠ALVOROÇO Rouba, sim, meu sossego, ó alvoroço, eles todos O que acaso fiz eu, nos desencontros de outrora Sonhos sonhados, ideados, nenhum, só engodos Amor suspirado do meu coração não tenho agora O amor que amei, meu romantismo me tomaste E por sentir e viver o roubo não posso culpar-te E de amor eu permaneço. Qual amor me baste? Se qualquer não me basta, e me deixaste à parte E para ter o perdão como eu posso ser gentil? Se meu coração tremulo chora com tal frieza Que nem mesmo o meu afeto sabe ser sutil Nesta aflição, dos enganos, meu amor é presa Verdadeiros amadores, ao amor não trapaceia Nesta ilusão minha alma de poética está cheia © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 16/08/2021, 18’58” - Araguari, MG Shakespeareando

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

I Reis, 1RS, 18:23, Tragam, agora, dois novilhos. Eles que escolham para si um dos novilhos e, cortando-o em pedaços, o ponham sobre a lenha, porém não ponham fogo. Eu prepararei o outro novilho e o porei sobre a lenha, mas não porei fogo.

Por I Reis, Antigo Testamento

Vive, dizes, no presente; Vive, dizes, no presente; Vive só no presente. Mas eu não quero o presente, quero a realidade; Quero as coisas que existem, não o tempo que as mede. O que é o presente? É uma coisa relativa ao passado e ao futuro. É uma coisa que existe em virtude de outras coisas existirem. Eu quero só a realidade, as coisas sem presente. Não quero incluir o tempo no meu esquema. Não quero pensar nas coisas como presentes; quero pensar nelas como coisas. Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes. Eu nem por reais as devia tratar. Eu não as devia tratar por nada. Eu devia vê-las, apenas vê-las; Vê-las até não poder pensar nelas, Vê-las sem tempo, nem espaço, Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê. É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.

Por Alberto Caeiro