Veja outros textos inspiradores!

Ou você comanda o seu dia ou ele acaba com você.

Por Jim Rohn

Pessoas vêm e vão Eu e você paramos Com emoções vazias Nos acostumando a isso devagar Meu coração Queima até secar e partir

Por EXO

Ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa.

Por William Shakespeare

Astronauta! Tá sentindo falta da Terra? Que falta, que essa Terra te faz? A gente aqui embaixo Continua em guerra Olhando aí pra lua Implorando por paz..

Por Gabriel O Pensador

Somos todos únicos, insubstituíveis Como foi que fiquei tão cego e tão cínico Se há amor nesta vida, é impossível nos parar E nós não podemos ser vencidos

Por Avicii

A matemática do tempo é simples. Você tem menos do que pensa e precisa mais do que acha.

Por Kevin Ashton

Navio-esquife Correm as águas do rio Corre veloz o navio Entre as faces do vento Entre as faces do tempo Corremos nós. Ao abraço de que foz Viajam as águas Viajamos nós? Árvores nas margens Céleres passam Sob remansos de céu Onde se apaga o sol. Eis que longe o porto acende seu colar de luzes: Grinalda para os mortos Que no navio-esquife Ante-somos todos.

Por Astrid Cabral

Atos, AT, 2:24, Porém Deus o ressuscitou, livrando-o da agonia da morte, porque não era possível que fosse retido por ela.

Por Atos, Novo Testamento

Jó, JÓ, 41:27, Para ele, o ferro é como palha, e o cobre, como pau podre.

Por Jó, Antigo Testamento

LEMBRANÇAS DE MORRER Quando em meu peito rebentar-se a fibra, Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nenhuma lágrima Em pálpebra demente. E nem desfolhem na matéria impura A flor do vale que adormece ao vento: Não quero que uma nota de alegria Se cale por meu triste passamento. Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro, – Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre de um sineiro; Como o desterro de minh’alma errante, Onde fogo insensato a consumia: Só levo uma saudade – é desses tempos Que amorosa ilusão embelecia. Só levo uma saudade – é dessas sombras Que eu sentia velar nas noites minhas… De ti, ó minha mãe, pobre coitada, Que por minha tristeza te definhas! De meu pai… de meus únicos amigos, Pouco - bem poucos – e que não zombavam Quando, em noites de febre endoudecido, Minhas pálidas crenças duvidavam. Se uma lágrima as pálpebras me inunda, Se um suspiro nos seios treme ainda, É pela virgem que sonhei… que nunca Aos lábios me encostou a face linda! Só tu à mocidade sonhadora Do pálido poeta deste flores… Se viveu, foi por ti! e de esperança De na vida gozar de teus amores. Beijarei a verdade santa e nua, Verei cristalizar-se o sonho amigo… Ó minha virgem dos errantes sonhos, Filha do céu, eu vou amar contigo! Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida, À sombra de uma cruz, e escrevam nela: Foi poeta - sonhou - e amou na vida. Sombras do vale, noites da montanha Que minha alma cantou e amava tanto, Protegei o meu corpo abandonado, E no silêncio derramai-lhe canto! Mas quando preludia ave d’aurora E quando à meia-noite o céu repousa, Arvoredos do bosque, abri os ramos… Deixai a lua pratear-me a lousa!

Por Álvares de Azevedo