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É um erro que cometemos muitas vezes em pensar que qualquer amiga é uma melhor amiga. A melhor amiga é tão diferente em tantas maneiras … Às vezes uma só das duas é uma melhor amiga. Outras vezes, nenhuma das duas são melhores amigas e, em algumas raras vezes, as duas são melhores amigas e inseparáveis! Não importa o quão longe elas estão uma da outra, nada abala o seu elo de amizade. A melhor amiga faz tempo para você. A amiga só vê você quando ela tem tempo. A melhor amiga está feliz quando você está feliz e triste quando você está triste. A amiga é indiferente ao que você sente. A melhor amiga se abre para você. A amiga tem suas reservas. A melhor amiga não guarda segredos de você. A amiga não tem assunto. A melhor amiga junta dinheiro para te dar um presente que nem ela tem no seu aniversário. A amiga às vezes compra um presente que não lhe custa muito. A melhor amiga nunca esquece de você. A amiga se lembra dificilmente de você. A melhor amiga te ama do jeito que você é. A amiga tem algumas reservas sobre você. A melhor amiga pensa que você é a sua melhor amiga. A amiga pensa que você é simplesmente uma outra amiga. A melhor amiga repreende você quando você está errada. A amiga lhe julga. A melhor amiga ama ver você se dando bem e tendo outras amigas. A amiga te inveja. Pra você ter uma melhor amiga, você tem que ser uma primeiro.

Por Cristiane Cardoso

⁠A chave para a eliminação do ego é compreendê-lo. Para compreendê-lo, você deve analisá-lo. Para analisá-lo, você deve se observar no dia a dia e, em recolhimento, comcentrar-se para estudá-lo.

Por Éliphas Lévi

⁠Os finais nem sempre são ruins. Na maioria das vezes, eles são apenas começos disfarçados.

Por Kim Harrison

O universo responde se acordo com o que fazemos, quando nós amamos e cuidamos dos outros, recebemos amor e cuidado de volta.

Por Karen Berg

⁠Você tem visto as notícias ultimamente? O mundo está em chamas. Estou procurando candidatos que são agentes da mudança, que correm riscos, entende? E não pessoas que caibam numa caixa. Quero gente que detone a caixa.

Por Dançarina Imperfeita

⁠Saber que você tem pouco tempo, é assustador. (...) Nenhum de nós sabe o dia de amanhã. A gente só pressupõe que ele existirá.

Por Clouds (filme)

A Velha Amiga Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso independente de qualquer recordação de felicidade ou de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudade de nada. Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles. A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais. Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou expirimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Meu Deus, acha-me capaz de atitudes, pensa que eu me rebaixaria a isso? Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais? Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir. E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos. Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medida, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas. Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo. Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. Ai, um um dos piores tormentos dos jovens é justamente o desapego das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que é novo, o tédio do possuído. E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou. (Crônica publicada no jornal "O Estado de São Paulo" - 13/01/2001)

Por Rachel de Queiroz

Não existe nada estável no mundo; tumulto é sua única melodia.

Por John Keats

O maior dos artistas um dia foi principiante.

Por Farmer's Digest

Eles não dão a mínima pra você. Sabe disso, né? Não é verdadeiro.

Por Enxame (série)