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Ageu, AG, 1:15, Era o vigésimo quarto dia do sexto mês do segundo ano do reinado de Dario.
Por Ageu, Antigo TestamentoBorbulhante Guardei meu poema dentro de uma bolha de sabão. Como não ficar seduzida Pela circunferência lisa e transparente, Onde o arco-íris passeia docemente, E morre de amores pela espuma colorida? Acomodada na nova moradia, O poema suspirou e adormeceu. Quando acordou já não mais me pertencia. A bolha de sabão se deslocara E o poema apaixonado que eu criara Descobriu de repente que era teu.
Por Flora FigueiredoSentou-se para descansar e em breve fazia de conta que ela era uma mulher azul porque o crepúsculo mais tarde talvez fosse azul, faz de conta que fiava com fios de ouro as sensações, faz de conta que a infância era hoje e prateada de brinquedos, faz de conta que uma veia não se abrira e faz de conta que que dela não estava em silêncio alvíssimo escorrendo sangue escarlate, e que ela não estivesse pálida de morte mas isso fazia de conta que estava mesmo de verdade, precisava no meio do faz de conta falar a verdade de pedra opaca para que contrastasse com o faz de conta verde-cintilante, faz de conta que amava e era amada, faz de conta que não precisava morrer de saudade, faz de conta que estava deitada na palma transparente da mão de Deus, (...) faz de conta que vivia e não que estivesse morrendo pois viver afinal não passava de se aproximar cada vez mais da morte, faz de conta que ela não ficava de braços caídos de perplexidade quando os fios de ouro que fiava se embaraçavam e ela não sabia desfazer o fino fio frio, faz de conta que ela era sábia bastante para desfazer os nós de corda de marinheiro que lhe atavam os pulsos, faz de conta que tinha um cesto de pérolas só para olhar a cor da lua pois ela era lunar, faz de conta que ela fechasse os olhos e seres amados surgissem quando abrisse os olhos úmidos de gratidão, faz de conta que tudo o que tinha não era faz de conta, faz de conta que se descontraía o peito e uma luz douradíssima e leve a guiava por uma floresta de açudes mudos e de tranquilas mortalidades, faz de conta que ela não era lunar, faz de conta que ela não estava chorando por dentro (...)
Por Clarice LispectorTomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos.
Por René DescartesEmbora todos estejam empreendendo a viagem da vida, nem todo viajante está disposto a observar o mapa para escolher o melhor caminho a seguir.
Por Flip FlippenPedalar é ser livre Vento no rosto, sensação de voar É liberdade, amizade Sumir, se encontrar Pedalar é vida de pássaro Sem rota, sem prumo Olha para a estrada Aponta É lá! Segue o rumo Pé no pedal, mão no destino Aprender subindo Descer emoção Força, Fé, Desatino É lá! Segue o rumo Não dos olhos, nem das estradas Do coração!
Por Cleonio DouradoUma pessoa resiliente percebe os acontecimentos como uma forma de aprendizado e oportunidade de autodesenvolvimento e aprimoramento. Obviamente, que na condição de seres humanos, mesmo as pessoas mais resilientes tem suas angústias e questões existenciais, mas estes sentimentos servem como trampolim para transformarem situações adversas em oportunidades únicas que somente os momentos difíceis reportam.
Por Soraya Rodrigues de AragaoA atenção plena nos ensina que pensamentos são apenas pensamentos; eles são eventos na sua mente.
Por Danny PenmanI Reis, 1RS, 1:8, Porém Zadoque, o sacerdote, Benaia, filho de Joiada, Natã, o profeta, Simei, Reí e os valentes de Davi não apoiavam Adonias.
Por I Reis, Antigo Testamento