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O povo nunca é humanitário. O que há de mais fundamental na criatura do povo é a atenção estreita aos seus interesses, e a exclusão cuidadosa, praticada sempre que possível, dos interesses alheios.

Por Fernando Pessoa

Estamos sempre inclinados a acreditar naquilo que desejamos.

Por Demóstenes

O professor sábio sabe que cinquenta e cinco minutos de trabalho mais cinco minutos de risada valem o dobro do que sessenta minutos de trabalho invariável.

Por Gilbert Highet

Se o mundo real fosse um livro, nunca iria encontrar um editor.

Por Jasper Fforde

Quem só espera o melhor envelhece por causa das decepções que a vida lhe apresenta.

Por Soren Kierkegaard

O poder que você tem é dado por mim. Se concordar, aqui, vamos poder ser o que a gente quiser.

Por Desejo Obsessivo (série)

Ezequiel, EZ, 19:1, - Quanto a você, faça uma lamentação sobre os príncipes de Israel.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Agora você está em pé ali bem na minha frente Eu aguento, está ficando mais difícil de respirar De repente essas luzes estão me cegando Eu nunca percebi o quão brilhantes elas seriam

Por Harry Styles (One Direction)

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. (...) À beira de eu estou mim. É para mim que eu vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. (...) Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. (...) À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. (...) Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector

Tiago, TG, 5:2, As suas riquezas apodreceram, e as suas roupas foram comidas pelas traças.

Por Tiago, Novo Testamento