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⁠Janelas Passos sem pegadas na magra madrugada. A mesma luz fraca de todo dia, amém, também se apaga. Afago, gelado, o escuro do quarto apagado. Noturno travado, tranca e nunca esquece de conferir se realmente trancou a porta. Triste rindo cumpre sua quota. Convive em silêncio cúmplice com suas meias na sacada penduradas. Freiras de flanela rasgada. Frieiras na carne arrastada pela quase finda vontade. O que eu valho (que bom) não vale nada.

Por Caê Guimarães

Lembra quando estava por um fio pra desistir? E quando faltou isso aqui pra você cair? E mesmo assim você tentou mais uma vez? Era a mão de Deus

Por Kailane Frauches

⁠O tempo me mostrou Que a pessoa Que eu amava não me amou Só quis me usar

Por Joelma (cantora)

Dó é pena de alguém Ré, que anda para trás Mi, pronome que não tem Fá, que falta que nos faz Sol, o nosso astro-rei Lá, distante que nem sei Si, de sino e de sinal E afinal voltei ao dó

Por A Noviça Rebelde

Até as pedras mudam, se lhes conceder tempo suficiente.

Por Christopher Paolini

Crepúsculo de Outono O crepúsculo cai, manso como uma bênção. Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito... As grandes mãos da sombra evangélicas pensam As feridas que a vida abriu em cada peito. O outono amarelece e despoja os lariços. Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar O terror augural de encantos e feitiços. As flores morrem. Toda a relva entra a murchar. Os pinheiros porém viçam, e serão breve Todo o verde que a vista espairecendo vejas, Mais negros sobre a alvura unânime da neve, Altos e espirituais como flechas de igrejas. Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio Do rio, e isso parece a voz da solidão. E essa voz enche o vale... o horizonte purpúreo... Consoladora como um divino perdão. O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos, Flocos, que a luz do poente extática semelha A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos. A sombra casa os sons numa grave harmonia. E tamanha esperança e uma tão grande paz Avultam do clarão que cinge a serrania, Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.

Por Manuel Bandeira

Quanto mais silêncio houver num livro, melhor ele é. Porque nos permite escrever o livro melhor, como leitor.

Por António Lobo Antunes

Gênesis, GN, 15:20, dos heteus, dos ferezeus, dos refains,

Por Gênesis, Antigo Testamento

Um cavalo foi atropelado no sul do México. Ele escapou à noite e foi atingido em cheio por uma caminhonete. Mas eu tive muita sorte nessa primeira viagem. Eu tive diversos anjos da guarda. Eu fiquei um mês parado, cuidando dele, e o cavalo se recuperou. E o Frenchie chegou comigo até o Brasil, e hoje ele vive feliz no pasto da minha família.

Por Filipe Masetti Leite

II Samuel, 2SM, 10:2, Então Davi disse: - Serei bondoso com Hanum, filho de Naás, assim como o pai dele foi bondoso comigo. E Davi enviou alguns servos para consolar Hanum por causa da morte de seu pai. E os servos de Davi chegaram à terra dos filhos de Amom.

Por II Samuel, Antigo Testamento