Veja outros textos inspiradores!

⁠saudade a saudade é o móvel da sala range de dor me assusta no escuro e mansinho se cala.

Por Ágnes Souza

Lembra quando o Ronnie morreu e você disse que preferiria que fosse eu? Bom, adivinha uma coisa? Eu estou morto, muito morto pra você!

Por Eminem

⁠Você está em solo sagrado. Você está prestes a testemunhar algo que ninguém na Terra jamais viu.

Por Crônicas de Natal: Parte Dois

II Reis, 2RS, 5:15, Depois ele voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva. Veio, pôs-se diante dele e disse: - Eis que, agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, a não ser em Israel. E agora, por favor, aceite um presente deste seu servo.

Por II Reis, Antigo Testamento

Levítico, LV, 10:13, Comam-na em lugar santo, porque é a porção que foi dada a vocês e aos seus filhos, das ofertas queimadas do Senhor; porque assim me foi ordenado.

Por Levítico, Antigo Testamento

Repetir para aprender, criar para renovar.

Por Ezra Pound

dramaturgia do mundo tanta coisa depende de quantos passos você consegue dar depois de cruzar linhas imaginárias

Por Francisco Mallmann

O BAÚ DOS MEUS GRANDES TESOUROS Pouco a pouco encho meu baú de tesouros São coisas linda, que me fez muito feliz. Você não imagina o medo que me roubem Cada tesouro guardado no baú tão forte Tamanho é o valor que tem o meu tesouro Assim são os presentes que você me deu Passo os olhos por todos os meus objetos São mais valorosos que muitos carros Valor igual ao meu tesouro no mundo não há Coração de papel, cartinha enfeitada. Tem embalagem de bombom, tem bobeira. Amar é assim, transformar vidro em diamante. Parece que foi ontem que recebi meus tesouros Somos tão felizes naquele tempo perdido Valíamos mais por que éramos e não por que tínhamos Cada momento era especial no meu coração Tenho uma saudade sem fim de nossos momentos Aonde anda você pequena joia perdida em mim? André Zanarella 26-08-2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4367901

Por André Zanarella

Quem tem poder mágico, tem tudo.

Por Black Clover: A Espada do Rei Mago

Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência. Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho. Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer. Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

Por Mario Sergio Cortella