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Naum, NA, 2:7, Está decretado: a cidade-rainha está despida, levada em cativeiro; as suas servas gemem como pombas e batem no peito.
Por Naum, Antigo TestamentoSalmos, SL, 78:19, Falaram contra Deus, dizendo: ´Será que Deus pode preparar-nos uma mesa no deserto?
Por Salmos, Antigo TestamentoLevítico, LV, 14:54, Esta é a lei para todos os tipos de praga de lepra, de micose,
Por Levítico, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 6:23, No Santo dos Santos, Salomão fez dois querubins de madeira de oliveira, cada um com quatro metros e meio de altura.
Por I Reis, Antigo TestamentoAs pessoas ficam mais impressionadas com o que as pessoas fazem,não com o que dizem. Ralph Waldo Emerson, resumiu de forma sucinta essa sensação: "O que você é grita tão alto em meus ouvidos que mal posso ouvir o que está dizendo."
Por James C. HunterNúmeros, NM, 18:18, A carne deles será sua, assim como será seu o peito movido e a coxa direita.
Por Números, Antigo TestamentoProsa Patética Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido. As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono. Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças, Sempre querendo, querendo. Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança Do hálito quente do outro. A voz, o viço. Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão, Expulsar de mim essa Nossa Senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito. Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo, Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora. A mulher que engravida porque gosta de criança. Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: madrugada, mãe, Ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido, E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada, Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja, Neste fim de século sem certezas? Eu quero que a solidão me esqueça.
Por Viviane Mosé“O Filho de Deus veio nos buscar onde estamos, a fim de que pudesse nos levar para estar com Ele onde Ele está.”
Por J. I. Packer