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Caso do acaso Quem ama não esquece Quem esquece não ama O que parece frase feita Enfeita o meu coração, Não tenho idade para isso, Busco em Deus a razão, Não encontro fico perdido Corro atrás e fico ferido Não desisto para não morrer Vivo más não sei pra que Luto e não consigo vencer Esse tempo que insisti em passar A cada dia mais velho vai me deixar. Cansado mas não derrotado Lutando para ser feliz.

Por Antonio Bezerra

Gênesis, GN, 47:27, Assim, Israel habitou na terra do Egito, na terra de Gósen. Nela adquiriram propriedades, e foram fecundos, e muito se multiplicaram.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Lamentações de Jeremias, LM, 5:13, Os jovens são obrigados a virar os moinhos; os meninos tropeçam debaixo das cargas de lenha.

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

Amarra o teu arado a uma estrela E os tempos darão Safras e safras de sonhos Quilos e quilos de amor [in "Amarra o teu arado a uma estrela"]

Por Gilberto Gil

II Reis, 2RS, 20:21, Ezequias morreu, e Manassés, seu filho, reinou em seu lugar.

Por II Reis, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 2:18, Quando elas voltaram para junto de Reuel, seu pai, este lhes perguntou: - Por que vocês vieram mais cedo hoje?

Por Êxodo, Antigo Testamento

É o vencedor moral que mais facilmente morre para vencer.

Por Hugo Hofmannsthal

A vida reparte-se por ciclos, cujas fronteiras são por vezes de uma perturbadora nitidez. Parece, no entanto, ilusório que nos caiba escolher. Talvez a opção tenha sido feita desde o princípio, isto é: talvez haja uma ordem íntima que deva ser cumprida através de uma dessas manifestações, mesmo quando a escolhida se nos afigura incoerente.

Por Fernando Namora

Quando eu morrer quero ficar Quando eu morrer quero ficar, Não contem aos meus inimigos, Sepultado em minha cidade, Saudade. Meus pés enterrem na rua Aurora, No Paissandu deixem meu sexo, Na Lopes Chaves a cabeça Esqueçam. No Pátio do Colégio afundem O meu coração paulistano: Um coração vivo e um defunto Bem juntos. Escondam no Correio o ouvido Direito, o esquerdo nos Telégrafos, Quero saber da vida alheia, Sereia. O nariz guardem nos rosais, A língua no alto do Ipiranga Para cantar a liberdade. Saudade... Os olhos lá no Jaraguá Assistirão ao que há de vir, O joelho na Universidade, Saudade... As mãos atirem por aí, Que desvivam como viveram, As tripas atirem pro Diabo, Que o espírito será de Deus. Adeus.

Por Mário de Andrade

Não há nada mais estúpido do que um sorriso estúpido.

Por Caio Catulo