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Acredito que sabonetes antibactericidas estão destruindo nossa resistência à sujeira e às doenças, de modo que algum dia todos seremos dizimados por uma gripe comum, como aconteceu com os marcianos em Guerra dos Mundos.
Por Deuses Americanos- Efetivamente, disseram-me - tornou o conde - que os senhores repetiam sinais que nem sequer compreendiam. - Decerto, senhor; e eu antes quero isso - disse a rir o homem do telégrafo. - Por que é que antes quer isso? - Porque desse modo não tenho responsabilidade. Sou uma máquina, nada mais, e, contanto que funcione, não me pedem outra coisa.
Por Alexandre DumasAquilo que provamos quando estamos apaixonados talvez seja o nosso estado normal. O amor mostra ao homem como é que ele deveria ser sempre.
Por Anton TchekhovI Reis, 1RS, 6:18, O cedro do templo por dentro era enfeitado com entalhes de frutos e flores abertas. Tudo era cedro; não se via nenhuma pedra.
Por I Reis, Antigo TestamentoJá tô avisando em nome de tudo que vivemos Que já te esqueci, isso nós dois sabemos Mas você sabe também Que copo vai, copo vem A gente fica sem rumo Coração fica bobo E bate achando Que tá amando de novo
Por Diego e ArnaldoLucas, LC, 15:20, <J>E, arrumando-se, foi para o seu pai.</J> <J> - Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou e, compadecido dele, correndo, o abraçou e beijou.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoÊxodo, EX, 39:2, Fizeram a estola sacerdotal de ouro, pano azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido.
Por Êxodo, Antigo Testamentorima rica o cacete prefiro a plebe dos verbetes só vou ser uma poeta de reputação e moça de boa família o dia que acabar com esse amor a rima sem explicações concretas posso exagerar no visual sair pela estrada em uma via marginal aí vou cair na gandaia com as palavras não importando o artigo podia me especializar em orgia com os significados e as insignificâncias mas chega de intelectualidades e elogio aos sentidos que isso me dá uma puta ânsia
Por Estrela Ruiz LeminskiGotas Se ferem e se fundem? Acabam de deixar de ser a chuva. Travessas no recreio, gatinhos de um reino transparente, correm livres por vidros e corrimãos, umbrais do seu limbo, se seguem, se perseguem, talvez vão, da solidão ao casamento, a se fundir e se amar. Ilusionam outra morte.
Por Ida Vitale