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Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate e nem apanha. Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa! Qualquer coisa que se sinta, tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva!

Por Arnaldo Antunes

Homem que faz Amando tudo que faz Lutando por seus ideais Valoriza seus companheiros Acreditando em seu caráter Rompendo barreiras partidárias Olhando para o futuro do município. Priorizando a criança e a educação Resgatando o direito do cidadão Irá cumprir mais um mandato Zelando pelo bem público Atravessando a crise e a eleição Objetivando sempre a administração. Jamais será desacreditado Alguém que aqui é tão amado Nunca esquece o necessitado Utiliza seus conhecimentos para servir Administra com capacidade e liderança Representa a todos com integridade Investe no ser humano de verdade O seu coração está em sua cidade

Por Antonio Bezerra

⁠Você é seu autor, seu protagonista e seu público.

Por Kathleen Smith

O sândalo é o perfume das mulheres de Estambul, e das huris do profeta; como as borboletas, que se alimentam do mel, a mulher do Oriente vive com as gotas dessa essência divina.

Por José de Alencar

Quanto mais meios usamos para imitar algo, mais diferente esse algo se torna da coisa imitada, e mais maravilhosa é a imitação.

Por Galileu Galilei

Tem hora que bate uma tristeza tão grande Que eu nem sei o que fazer e nem pra onde ir É tanta coisa que eu queria dizer Mas não tem ninguém pra ouvir Então choro... Sem ninguém ver... eu choro... Choro Faço o possível para segurar a cabeça Mas a emoção não quer Que eu me desfaça Ou então que eu esqueça Do amor daquela mulher Eu choro... Sem ela saber... Eu choro... Choro... Choro por tudo que a gente não teve Por tudo que a gente não realizou Choro porque eu sei que ainda te amo E você me amou e ama Choro por tudo se assim for preciso Choro porque eu sei que ainda te quero Choro por tudo e por tudo lhe digo Te quero, te espero... Choro por tudo que a gente não teve Por tudo que a gente não realizou Choro porque eu sei que ainda te amo E você me amou e ama Choro por tudo se assim for preciso Choro porque eu sei que ainda te quero Choro por tudo e por tudo lhe digo Te quero, te espero, te amo

Por Fábio Jr.

⁠Assim como apresenta infinitas possibilidades, o mercado é também implacável e, de fato, destacam-se aqueles que conseguem mostrar ao mundo seu valor de forma coerente, fundamentada e, principalmente, no timing correto.

Por Kiko Loureiro

Trata-se de uma diversão de párias, um passatempo para analfabetos, de pessoas miseráveis, aturdidas por seu trabalho e suas preocupações. . . um espetáculo que não requer nenhum esforço, que não pressupõe nenhuma implicação de idéias, não levanta nenhuma indagação, que não aborda seriamente qualquer problema, não ilumina paixão alguma, não desperta nenhuma luz no fundo dos corações, que não excita qualquer esperança a não ser aquela, ridícula de, um dia, virar star em Los Angeles.

Por Georges Duhamel

⁠Nós somos o lugar de onde viemos, mas todos os dias escolhemos quem nos tornamos.

Por Era Uma Vez um Sonho (filme)

Ela também teve seu coração machucado. Dilacerado, imagino. Normal. Desse mal, meu bem, ninguém escapa. Mas o bom disso tudo é que agora consigo abrir meu coração sem rodeios. Sim, amei sem limites. Dei meu coração de bandeja. Sim, sonhei com casinhas, jardins e filhos lindos correndo atrás de mim. Mas tudo está bem agora, eu digo: agora. Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e feliz. Descobri tantas coisas. Tantas, Tantas. Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor. Que viver um amor. Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa. Descobri, ou melhor, aceitei: eu nunca vou esquecer o amor da minha vida. Nunca. Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama!

Por Fernanda Mello