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Soneto de separação De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama. De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente. Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente.

Por Vinicius de Moraes

O amor não correspondido não morre; ele só é reduzido a um lugar secreto onde se esconde, enrolado e ferido. Para alguns infelizes, é amargo e ruim, e aqueles que virão depois têm que pagar o preço da dor provocada por quem veio antes.

Por Elle Newmark

Não tenha medo de errar, pois você aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro.

Por Franklin Roosevelt

Mateus, MT, 1:18, O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, a sua mãe, estava comprometida para casar com José. Mas, antes de se unirem, ela se achou grávida pelo Espírito Santo.

Por Mateus, Novo Testamento

Oh, paixão, que fazes com meus olhos que não enxergam o que veem?

Por William Shakespeare

I Coríntios, 1CO, 6:10, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o Reino de Deus.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Mateus, MT, 24:50, <J>Virá o senhor daquele servo, em dia em que não o espera e em hora que não sabe,</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Uma só vez nesta vida, Quisera, em metro e medida, Dizer a velha ferida Que me queima, devagar!

Por José Régio

⁠“seja amoroso, leal e honesto – e só!”.

Por Carlos Marighella

Noturno Têm para mim Chamados de outro mundo as Noites perigosas e queimadas, quando a Lua aparece mais vermelha São turvos sonhos, Mágoas proibidas, são Ouropéis antigos e fantasmas que, nesse Mundo vivo e mais ardente consumam tudo o que desejo Aqui. Será que mais Alguém vê e escuta? Sinto o roçar das asas Amarelas e escuto essas Canções encantatórias que tento, em vão, de mim desapossar. Diluídos na velha Luz da lua, a Quem dirigem seus terríveis cantos? Pressinto um murmuroso esvoejar: passaram-me por cima da cabeça e, como um Halo escuso, te envolveram. Eis-te no fogo, como um Fruto ardente, a ventania me agitando em torno esse cheiro que sai de teus cabelos. Que vale a natureza sem teus Olhos, ó Aquela por quem meu Sangue pulsa? Da terra sai um cheiro bom de vida e nossos pés a Ela estão ligados. Deixa que teu cabelo, solto ao vento, abrase fundamente as minhas mão... Mas, não: a luz Escura inda te envolve, o vento encrespa as Águas dos dois rios e continua a ronda, o Som do fogo. Ó meu amor, por que te ligo à Morte?

Por Ariano Suassuna