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Eu estava descobrindo que não tinha medo da morte; pelo contrário, admirava o seu impacto em nossas vidas. O que aconteceria se alguma vez "encontrássemos uma cura" para a morte? A imortalidade parece, sob muitos aspectos, uma opção pouco convidativa.
Por Kathryn MannixNúmeros, NM, 35:8, As cidades que vocês darão aos levitas devem ser da herança dos filhos de Israel. Se a tribo for numerosa, dará muitas cidades; se a tribo for pequena, dará poucas cidades; cada tribo dará das suas cidades aos levitas, na proporção da herança que lhe couber.
Por Números, Antigo TestamentoEzequiel, EZ, 33:20, No entanto, vocês dizem: ´O caminho do Senhor não é reto.` Mas eu os julgarei, cada um segundo os seus caminhos, ó casa de Israel.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoA CRÕNICA é um gênero de entretenimento. O romancista, o poeta e o contista não precisam e é bom que não precisem entreter o leitor. O cronista é um cara que aparece no século 19, com a imprensa, e a crônica surge para amaciar o jornal. Uma espécie de recreio do jornal, em que o leitor está lendo sobre absurdos, dá uma respirada. É uma brisa no jornal. Então, tenho essa consciência de que meu papel ali é de entreter o leitor. Entretenimento é visto, geralmente, com preconceito. Como se o entretenimento fosse inimigo da reflexão e da profundidade. Eu discordo. Você pode entreter pelo humor, pela comédia, pelo lirismo. Nosso maior cronista, Rubem Braga, não é um cronista que tinha o humor como sua principal característica. Ele era, principalmente, lírico. Muitas vezes, a crônica dele é triste e nos deixa tristes, mas a tristeza pode ser, de certa forma, uma maneira de entretenimento. Uma certa melancolia é uma maneira de saborear a vida e encará-la. Tenho isso em vista quando escrevo crônicas: chegar até meu público e tentar falar alguma coisa que seja prazerosa.
Por Antonio Prata