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Adoro a chuva e sua sinfonia O cheiro que ela desfila Tocando uma música antiga Abrindo uma garrafa de vinho Aquela que trás o frio De presente o abraço quentinho E transforma corpos em aconchego Adormecidos com seu sossego Adoro a chuva mansinha A dose de calmaria A doce coisa de Deus Que molha fria e suave Que nunca precisa de chaves Que acaba, mas nunca é adeus...

Por Cleonio Dourado

Eu sempre fui um sonhador... e é isso que me mantém vivo!

Por Racionais MC's

Salvar um é salvar o mundo.

Por Heather Morris

Êxodo, EX, 15:20, A profetisa Miriã, irmã de Arão, pegou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Nosso presente é passado.

Por Fernanda Mello

Na aldeia tudo é arte Tudo também se reparte É cultura festejar Pinta o corpo de urucum Veste com palha tucum Em tudo vale alegrar.. Damos bom dia ao sol Como flor de girassol Tudo vive em harmonia Na debulha de feijão O cuidado com o grão Que se tem a cada dia.. Tudo com habilidade Firme na ancestralidade Ou na dança do toré, O vento é nosso irmão Lá não há separação Entre o homem e o igarapé.. Na aldeia tudo cresce A cultura permanece Tudo é lindo como um grão Grão de arroz, de trigo, aveia Milho, café na aldeia Grandes roças de feijão.. Joga bola a criançada Tudo em roda e animada E contar quando crescer Ser contador de história Ter presente na memória O canto ao anoitecer..

Por Auritha Tabajara

⁠Não importava o que eu fizesse, ela já tinha partido bem antes de morrer. E sinto falta dela. Ela era minha âncora. E deduzo que ela era meu fardo.

Por A Maldição da Mansão Bly

⁠A poesia mente o poeta é sedutor a palavra engana o poema ri e o ponto de referência é o porto que não se vê mas está lá, ancorando corações a poesia mente, mas faz um bem danado...

Por Oscar de Jesus Klemz

II Coríntios, 2CO, 4:10, Levamos sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida dele se manifeste em nosso corpo.

Por II Coríntios, Novo Testamento

preparo-me para entreabrir os olhos e deixar escorrer a convulsão oleosa das lágrimas e das coisas tristes

Por Al Berto