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Os tiranos do amor foram sempre reverenciados.

Por Carlos Malheiro Dias

existe momentos na sua vida em que voce olha para atrás, com uma enorme vontade de chorar, olha para frente de novo, engole as lagrimas e segui o caminho. Com esperança no coração.

Por Carlos Adriano

Não estou triste, nem feliz. Estou levando, sobrevivendo dia após dia, um passo de cada vez, tentando não tropeçar.

Por Ariadne Motta

I Reis, 1RS, 3:28, Todo o Israel ouviu a sentença que o rei havia proferido. E todos tiveram profundo respeito ao rei, porque viram que havia nele a sabedoria de Deus, para fazer justiça.

Por I Reis, Antigo Testamento

William Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.

Por Neno Marques

A prosperidade é apenas um instrumento para ser usado, não uma divindade para ser adorada.

Por Calvin Coolidge

É preciso algo mais do que inteligência para agir com inteligência.

Por Fyodor Dostoyevsky

Gênesis, GN, 27:1, Quando Isaque envelheceu e os seus olhos se enfraqueceram, a ponto de não mais poder ver, chamou Esaú, seu filho mais velho, e lhe disse: - Meu filho! Esaú respondeu: - Aqui estou!

Por Gênesis, Antigo Testamento

Esdras, ED, 9:13, Depois de tudo o que nos aconteceu por causa das nossas más obras e da nossa grande culpa, e vendo ainda que tu, ó nosso Deus, nos tens castigado menos do que merecem as nossas iniquidades, e ainda nos deste este restante que escapou,

Por Esdras, Antigo Testamento

Luz Andei na vida pergunta fazendo Morrendo de tédio, de tédio morrendo. Riram os homens de meu desvario... É grande a terra! Se riem... eu rio... Escutei palavras; demasiadas palavras! Umas são alegres, outras são macabras. Não pude entende-las; pedi as estrelas Linguagem mais clara, palavras mais belas. As doces estrelas me deram tua vida E encontrei em teus olhos a verdade perdida Oh! teus olhos cheios de verdades tantas, Teus olhos escuros onde o universo meço! Segura de tudo me jogo a teus pés: Descanso e esqueço.

Por Alfonsina Storni