Veja outros textos inspiradores!

Lamentações de Jeremias, LM, 3:21, Quero trazer à memória o que pode me dar esperança. Hete -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 26:3, Talvez eles ouçam e se convertam, cada um do seu mau caminho; então eu mudarei de ideia a respeito do mal que estou planejando fazer-lhes por causa da maldade das suas ações.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Não tenho certeza do futuro, mas não estou preocupado. Vou confiar nas pessoas mais próximas de mim e compartilhar seus problemas, como elas compartilham os meus. Vou viver e amar.

Por Ad Astra - Rumo às Estrelas

Eu era perturbado, desconfiado, emburrado e paranoico, capaz de encontrar um jeito de arruinar até mesmo as interações humanas mais básicas.

Por Alexis Hall

Romanos, RM, 9:19, Mas você vai me dizer: ´Por que Deus ainda se queixa? Pois quem pode resistir à sua vontade?`

Por Romanos, Novo Testamento

Eu faço o que faço por causa do meu pai. Ele era um herói. Ele deu a vida pela busca do conhecimento.

Por Ad Astra - Rumo às Estrelas

Filipenses, FP, 2:23, Portanto, este é quem espero enviar, tão logo eu saiba como vai ficar a minha situação.

Por Filipenses, Novo Testamento

As batalhas são simples. Quem for mais forte e mais rápido vence.

Por Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba

Amor é enigma? Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento. Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver. Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes. O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver. Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede". Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade. O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas. Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma. É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração. Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma. Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora. Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento. O contrário não é viver: é durar.

Por Artur da Távola

Neemias, NE, 10:23, Oseias, Hananias, Hassube,

Por Neemias, Antigo Testamento