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Ele sentia a escuridão na pele, como uma promessa. Como um manto tecido por liberdade e perigo.

Por Cornelia Funke

Ou você foge das coisas ou as enfrenta.

Por Breaking Bad

João, JO, 5:21, <J>Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer.</J>

Por João, Novo Testamento

Eu acho que talvez sejamos maldosos com as pessoas que mais amamos, porque queremos acreditar que elas nos amarão de qualquer maneira.

Por Cameron Lund

Eu tenho essa mania de cabelo solto e pé descalço, sabe? Tenho essa mania de pequenas coisas e felicidade extrema. Eu tento. Tento ser feliz.

Por Tumblr

Salmos, SL, 7:4, se paguei com o mal a quem estava em paz comigo, eu, que poupei aquele que sem razão me oprimia,

Por Salmos, Antigo Testamento

Não durmo ainda Só na cama o tempo ainda é meu como a palavra Discretamente me agito no colchão Não penso em Deus na morte Imprimo Aqueço-me Escuto conservo a posição

Por António Reis (poeta)

⁠A coisa que muitos chamam de derrota? Eu chamo de vida. Café da manhã. E eu não vou embora antes de acabar com o buffet.

Por Community (série)

Salmos, SL, 26:10, em cujas mãos há crimes e cuja mão direita está cheia de subornos.

Por Salmos, Antigo Testamento

O poeta e o poema Dói meu poema em mim nos seus dois nascimentos: sobre o papel, dentre em meu peito. Ele me investe, á enfrentamento, demônio feito essa criança a quem se atira fora, ao lixo, com tanta raiva e rejeição! Rapta meus versos, só capricho: São meus ou não? Dói meu poema em mim no curso da escritura pois que não quer minha lição. Para ele eu sou escória pura: lesma do chão. Eu me pergunto quando irei compreendê-lo, trazendo o ritmo seu comigo. Tenho rigores ou desvelo de um cão amigo. Trata-me qual vilão: para que serve o poeta se é bom sem ele o verso e a rima? Eu sou a presença indiscreta: Risque-se em cima! Dói-me menos o poema uma vez instalado, definitivo, bem nutrido, e o meu humor fica acalmado ao tê-lo lido. Aceito-o, ele me aceita: uma doce harmonia deverá, creio, vir à cena. Tudo de ambíguo se esvazia: Que paz serena! Temos de juntos ir à conquista da meta, deste vasto universo, ousados pois o poema e o poeta estão vedados.

Por Alain Bosquet