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Quando perdemos o direito de ser diferentes, perdemos o privilégio de ser livres.

Por Charles Evans Hughes

Pouco importa que o estímulo venha de dentro ou de fora, pouco importa que o ambiente seja favorável ou desfavorável. Em qualquer uma dessas condições, os comportamentos de um organismo estarão voltados para a sua manutenção, seu crescimento e sua reprodução.

Por Carl Rogers

Venha todo mundo! Você tentou o seu melhor! Estamos entre as 8 melhores equipes de todo o país! Volte com orgulho!

Por Kuroko No Basket

A tristeza era tão claustrofóbica.

Por Kiran Desai

Quando necessário, devemos estar dispostos a assumir grandes riscos e estar preparados para perder tudo. Se não mudarmos a forma como lutamos, não podemos vencer. (Erwin Smith)

Por Attack on Titan

A gente cresce e deixa de se encantar E aquele encanto deixa o universo de repente

Por Bratislava (banda)

⁠Capturar demônios pode facilmente gerar certo caos.

Por Legend of Exorcism

Nem toda lágrima é dor, nem toda graça é sorriso, nem toda curva da vida tem uma placa de aviso, e nem sempre o que você perde é de fato um prejuízo.

Por Bráulio Bessa

Deuteronômio, DT, 4:11, - Então vocês chegaram e ficaram ao pé do monte. E o monte estava em chamas que subiam até o céu, e havia trevas, nuvens e escuridão.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.

Por Ricardo Reis