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Amar você Não é a coisa certa a se fazer Como eu poderia mudar Aquilo que eu sinto?

Por Fleetwood Mac

Entendo aqui por humanização o processo que confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais como o exercício da reflexão, a aquisição de saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso da beleza, a percepção da complexidade do mundo e do cultivo do humor. A literatura desenvolve em nós a cota de humanidade na medida em que nos torna mais compreensivos e abertos para a natureza, a sociedade e o semelhante.

Por Antonio Cândido

Jeremias, JR, 11:5, Assim confirmarei o juramento que fiz aos pais de vocês de lhes dar uma terra que manasse leite e mel, como se vê neste dia.`` Então eu respondi: - Amém, Senhor!

Por Jeremias, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 28:4, Que ele lhe dê a bênção de Abraão, a você e à sua descendência, para que você possua a terra de suas peregrinações, concedida por Deus a Abraão.

Por Gênesis, Antigo Testamento

O melhor uso que se pode fazer da palavra é calar-se.

Por Chuang Tse

II Crônicas, 2CR, 15:16, O rei Asa depôs também Maaca, sua mãe, da dignidade de rainha-mãe, porque ela havia feito uma abominável imagem para servir de poste da deusa Aserá. O rei Asa destruiu essa imagem, que ele reduziu a pó e queimou no vale do Cedrom.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Salmos, SL, 62:1, Somente em Deus a minha alma espera silenciosa; dele vem a minha salvação.

Por Salmos, Antigo Testamento

Feliz aniversário, mãe! Meu desejo é que Deus abençoe este dia tão especial e uma chuva de alegrias caia sobre você. Te amo!

Por Paulo Denker

Daniel, DN, 8:3, Levantei os olhos e eis que, diante do rio, estava um carneiro, que tinha dois chifres. Os dois chifres eram compridos, mas um era mais comprido do que o outro; e o mais comprido apareceu por último.

Por Daniel, Antigo Testamento

Por que você me abandona à poesia Por que você me abandona no vértice da vertigem quando a chuva cai (um Magritte) sobre rosas que desistiram? Por que novamente me perco entre hortênsias, no aclive, mais altas que homens, mais vivas que o Exército de Terracota? Sem você eu caminho no plano, tudo escorre – há um silêncio aturdido uma cota do que morre por dentro daquilo que brota. Sem a sua luz, o que me resta? Palmilhar às cegas um quarto de veludo onde o espelho, mudo, assiste à fuga do que reflete.

Por Claudia Roquette-Pinto