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Exercício é bom, mas relaxar também.

Por A Origem do Mundo (filme)

Nunca teria se permitido, nem em um milhão de anos, escolhê-la como esposa. Ela era perigosa demais para sua paz de espírito.

Por Julia Quinn

Tentei descobrir na alma alguma coisa mais profunda do que não saber nada sobre as coisas profundas. Consegui não descobrir.

Por Manoel de Barros

O mundo é outro nome para o desespero. Minha altura é outro diâmetro da terra.

Por BTS

Minha vida pessoal não diz respeito a ninguém

Por Keanu Reeves

Provérbios, PV, 5:6, Ela não faz plana a vereda da vida; anda errante nos seus caminhos e não o sabe.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Quando vocês [homens] escolhem a independência nos relacionamentos, tornam-se perigosos uns para os outros. As pessoas se tornam objetos a serem manipulados ou administrados para a felicidade de alguém. A autoridade, como vocês geralmente pensam nela, é meramente a desculpa que o forte usa para fazer com que os outros se sujeitem ao que ele quer.

Por A Cabana

O "Adeus" de Teresa A vez primeira que eu fitei Teresa, Como as plantas que arrasta a correnteza, A valsa nos levou nos giros seus E amamos juntos E depois na sala "Adeus" eu disse-lhe a tremer co'a fala E ela, corando, murmurou-me: "adeus." Uma noite entreabriu-se um reposteiro. . . E da alcova saía um cavaleiro Inda beijando uma mulher sem véus Era eu Era a pálida Teresa! "Adeus" lhe disse conservando-a presa E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!" Passaram tempos sec'los de delírio Prazeres divinais gozos do Empíreo ... Mas um dia volvi aos lares meus. Partindo eu disse - "Voltarei! descansa!. . . " Ela, chorando mais que uma criança, Ela em soluços murmurou-me: "adeus!" Quando voltei era o palácio em festa! E a voz d'Ela e de um homem lá na orquestra Preenchiam de amor o azul dos céus. Entrei! Ela me olhou branca surpresa! Foi a última vez que eu vi Teresa! E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"

Por Castro Alves

Mas eu preciso salvar os velhos, eu preciso salvar as flores Eu preciso salvar as criancinhas e os cachorros.

Por Jorge Ben Jor

Não vá à noite boa gentilmente assim Não vá à noite boa gentilmente assim É necessário delirar ao fim do dia Lute, lute pela luz que chega ao fim O sábio agonizante embora aceite sim O escuro ao ver que a sua vida foi vazia Não vai à noite boa gentilmente assim O justo sob a onda derradeira enfim Vê frágeis feitos seus brilhando na baía E luta, luta pela luz que chega ao fim O insano que prendeu o sol para um festim Só percebendo muito tarde o que perdia Não vai à noite boa gentilmente assim O homem sério, à morte, com olhar sublime, que olhos cegos, num raio, reviveria Luta, luta pela luz que chega ao fim E você, meu pai, me abençoe ou contra mim Pragueje, eu peço, pelo que se anuncia. Não vá à noite boa gentilmente assim. Lute, lute pela luz que chega ao fim

Por Dylan Thomas