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Soneto XXXVIII Quando a chuva cessava e um vento fino franzia a tarde tímida e lavada, eu saía a brincar, pela calçada, nos meus tempos felizes de menino. Fazia, de papel, toda uma armada, e estendendo meu braço pequenino, eu soltava os barquinhos, sem destino. ao longo das sarjetas, na enxurrada... Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, que não são barcos de ouro os meus ideais: são de papel, são como aqueles, perfeitamente, exatamente iguais... _Que meus barquinhos, lá se foram eles! Foram-se embora e não voltaram mais!
Por Guilherme de AlmeidaII Coríntios, 2CO, 10:8, Porque, se eu me gloriar um pouco mais a respeito da nossa autoridade, a qual o Senhor nos conferiu para edificação e não para destruição de vocês, não me envergonharei.
Por II Coríntios, Novo TestamentoA melhor filosofia, relativamente à sociedade, é a de aliar, a seu respeito, o sarcasmo da satisfação à indulgência do desprezo.
Por Sébastien-Roch ChamfortA vida é curta demais então pense Que o lado bom do amor é a gente que faz A gente que traz Vou te mostrar como faz
Por IZAA luta pela justiça social começa por uma reivindicação do tempo: "eu quero aproveitar o meu tempo de forma que eu me humanize".
Por Antonio CândidoNúmeros, NM, 28:23, Ofereçam estas coisas, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.
Por Números, Antigo TestamentoI João, 1JO, 2:18, Filhinhos, esta é a última hora. E, como vocês ouviram que o anticristo vem, também agora muitos anticristos têm surgido; por isso sabemos que é a última hora.
Por I João, Novo TestamentoLucas, LC, 23:3, Então Pilatos perguntou a Jesus: - Você é o rei dos judeus? Jesus respondeu: <J> - O senhor está dizendo isso.</J>
Por Lucas, Novo Testamento