Veja outros textos inspiradores!
Mateus, MT, 14:4, Pois João lhe dizia: ´Você não tem o direito de viver com ela.`
Por Mateus, Novo TestamentoJó, JÓ, 20:26, Todas as calamidades serão reservadas contra os seus tesouros; um fogo não aceso por mãos humanas o consumirá e devorará o que ficar na sua tenda.`
Por Jó, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 33:52, devem expulsar da frente de vocês todos os moradores da terra, destruir todas as pedras com figura e todas as imagens fundidas. Devem também derrubar todos os santuários nos lugares altos.
Por Números, Antigo TestamentoJó, JÓ, 7:20, Se pequei, que mal fiz a ti, ó Espreitador da humanidade? Por que fizeste de mim o teu alvo, tornando-me um peso para mim mesmo?
Por Jó, Antigo TestamentoWilliam Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.
Por Neno MarquesVeja a sua vida por um novo ângulo. Veja-a por dentro. E apegue-se a sua essência, ao seu amor.
Por Laís Carvalho - Diário Meu OficialA situação mais difícil na vida de um homem. É confiar em quem não te da valor: Valorize o que você tem antes que seja tarde demais.
Por Lucia Alves