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Queria que tudo fosse diferente. Que não tivesse mudado quem era antigamente.

Por Babi Dewet

Em meio a tantas tribulações posso me orgulhar, o dia terminou e eu sobrevivi! Bênção sobre bênção e o autor de tudo isso se chama Deus e com Ele não se brinca. Ele não dorme, não erra, não mede esforços e quando fica em silêncio é porque esta trabalhando na nossa causa e preparando a nossa vitória. Ele é contigo, é comigo, é com todos, e quando você pensar que não vai mais resistir, Ele vem, saltando pelos montes, te põe no colo e ainda sussurra no teu ouvindo: dei a vida do meu filho na cruz para que você fosse liberto. Você nasceu para ser vencedor e aquele que Deus escolhe para vencer ninguém pode derrubar. Boa noite a todos os amigos, sejam reais ou virtuais, que a paz e o amor de Cristo sejam nosso combustível para enfrentarmos o próximo amanhecer.

Por Priscilla Rodighiero

⁠Contei-lhe minha história e para ti fiz nascer poemas... Coração solto em terra ímpia a florescer... Da ilusão por mim criada só tive algemas... Onde aprendi a sofrer... Todas as portas já cerradas... Todas as ruas vazias... Vejo as estrelas a chorar... E até, quem diria... Não é mais bela a lua... É só uma luz fria... No jardim das almas... Ninguém acompanha meu caminhar... Saudade ou aspiração? Deixei minhas virtudes cair ao chão... Cansei de tanto oferecer... Do que não há de voltar... Do tempo que há de chegar... Castigo inexpiável... Tamanho é meu parecer... Para ter meus sonhos realizados... A quem devo obedecer? Para quê a busca das coisas? Quando por fim tudo acaba? Valerá a luta da conquista... Onde ainda se crê e se ama ainda? Sim, é certo... Quem eu amo... Agora zomba e ri do meu amor… Em tudo o que fiz pus o cuidado... Será possível mesmo o fim de tudo? Restando-me só ausência e dor? Sandro Paschoal Nogueira

Por Sandro Paschoal Nogueira

Falar é ter demasiada consideração pelos outros. Pela boca morrem o peixe e Oscar Wilde.

Por Fernando Pessoa

QUANDO SE AMA Troco o som do piano pela viola sertaneja, A taça do vinho é trocada pela cerveja. Assim é tal da adaptação do relacionamento São furacões que surgem a todo o momento. Conhecer as duas faces de uma moeda, Tentar ser maleável para evitar a queda E assim vai crescendo todo o sentimento São furacões que surgem a todo o momento. Entender que toda vida é uma pequena vida, Que sem alguém ficamos perdido na avenida; O sol deixa de ter o seu lindo colorido amarelo E aquela delicia da infância não passa de caramelo. Para se achar por completo ente mundo Temos que entrar na vida do outro a fundo. Conhecer o que não gostamos por que sim, Apenas para aquela questão por um fim. E assim vai crescendo todo o sentimento São furacões que surgem a todo o momento. E sorrir a toa sem querer do outro ser juiz, Finalmente desejando que o outro seja feliz. Desejo a você que encontre alguém que lhe faça feliz Que saiba lhe acordar beijando a ponta de seu nariz André Zanarella 05-08-2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4298220

Por André Zanarella

A VALSA Tu, ontem, Na dança Que cansa, Voavas Co'as faces Em rosas Formosas De vivo, Lascivo Carmim; Na valsa Tão falsa, Corrias, Fugias, Ardente, Contente, Tranqüila, Serena, Sem pena De mim! Quem dera Que sintas As dores De amores Que louco Senti! Quem dera Que sintas!... — Não negues, Não mintas... — Eu vi!... Valsavas: — Teus belos Cabelos, Já soltos, Revoltos, Saltavam, Voavam, Brincavam No colo Que é meu; E os olhos Escuros Tão puros, Os olhos Perjuros Volvias, Tremias, Sorrias, P'ra outro Não eu! Quem dera Que sintas As dores De amores Que louco Senti! Quem dera Que sintas!... — Não negues, Não mintas... — Eu vi!... Meu Deus! Eras bela Donzela, Valsando, Sorrindo, Fugindo, Qual silfo Risonho Que em sonho Nos vem! Mas esse Sorriso Tão liso Que tinhas Nos lábios De rosa, Formosa, Tu davas, Mandavas A quem ?! Quem dera Que sintas As dores De arnores Que louco Senti! Quem dera Que sintas!... — Não negues, Não mintas,.. — Eu vi!... Calado, Sózinho, Mesquinho, Em zelos Ardendo, Eu vi-te Correndo Tão falsa Na valsa Veloz! Eu triste Vi tudo! Mas mudo Não tive Nas galas Das salas, Nem falas, Nem cantos, Nem prantos, Nem voz! Quem dera Que sintas As dores De amores Que louco Senti! Quem dera Que sintas!... — Não negues Não mintas... — Eu vi! Na valsa Cansaste; Ficaste Prostrada, Turbada! Pensavas, Cismavas, E estavas Tão pálida Então; Qual pálida Rosa Mimosa No vale Do vento Cruento Batida, Caída Sem vida. No chão! Quem dera Que sintas As dores De amores Que louco Senti! Quem dera Que sintas!... — Não negues, Não mintas... Eu vi!

Por Casimiro de Abreu

Bebê, eu sou fã do seu jeito de andar Te dou tudo que é meu, até minha respiração

Por Bad Bunny

Os sinais de Deus Isabelita me conta a seguinte lenda: Um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor, todas as noites, que o rico chefe de grande caravana resolveu chamá-lo: - “Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler”? - “Sei ler, sim senhor. Leio tudo que o Grande Pai Celeste escreve”. - “Como assim?” O servo humilde explicou-se: - “Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu”? - “Pela letra”. - “Quando o senhor recebe uma jóia, como sabe quem a fez?” - “Pela marca do ourives”. - “Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe se foi um carneiro, um cavalo um boi”? - “Pelos rastros” - respondeu o chefe, surpreendido com aquele questionário. O velho crente convidou-o para fora da barraca e mostrou-lhe o céu. - “Senhor, aquelas coisas escritas lá em cima, este deserto aqui embaixo, nada disso pode ter sido desenhado ou escrito pelas mãos dos homens”.

Por Paulo Coelho

SONETO LXX Se te censuram, não é teu defeito, Porque a injúria os mais belos pretende; Da graça o ornamento é vão, suspeito, Corvo a sujar o céu que mais esplende. Enquanto fores bom, a injúria prova Que tens valor, que o tempo te venera, Pois o Verme na flor gozo renova, E em ti irrompe a mais pura primavera. Da infância os maus tempos pular soubeste, Vencendo o assalto ou do assalto distante; Mas não penses achar vantagem neste Fado, que a inveja alarga, é incessante. Se a ti nada demanda de suspeita, És reino a que o coração se sujeita.

Por William Shakespeare

Uma zebra leva as suas listras para onde quer que vá.

Por Adrienne Benson