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Para cada minuto que você se aborrece você perde sessenta segundos de felicidade.

Por Ralph Waldo Emerson

⁠Essas coisas que costumávamos fazer Uma história que fala de tempos vividos, Onde tudo está incluído sob o mesmo signo, a amizade. E eles eram luas para desfrutar, Sem pensar no amanhã que virá Sem se preocupar que um dia a magia iria acabar. O tempo passa, e vês que aqueles amigos Que eram tudo que você precisava para trilhar o caminho. Acima de tudo, sempre amizade. A família poderia esperar. Até que um dia deixei minha vida mais sozinha do que qualquer coisa. Rebobinei a minha vida à procura do seu cheiro Li as cartas que estavam na gaveta Como a vida mudou! Meu pai estava certo! Para onde foram as coisas que costumávamos fazer? Não é tarde demais para apanhar o comboio. Eu sei que vales a pena Eu não quero te perder. Lembras-te, há alguns anos, de quantas risadas demos? E o amanhã parecia ótimo para nós? O meu pai dizia-me sempre: “Pensa, filho, que um dia a dura realidade virá” E preso dentro dum pesadelo, num silêncio mortal Numa noite a profecia foi cumprida. Você começa a perceber que nada será igual Acordas e teu rosto dá-te pistas Da noite que passaste ontem Sentes que o buraco está mais perto do que longe Agora é hora de voltar Vês o teu rosto no espelho E sentes que está muito mal E começas a pensar a forma de recuperar O que deixaste para trás Uma manhã estava perdido na cidade Procurei o teu rosto, não sei onde está Talvez tenha desaparecido, não consegui encontrar E agora descubro que quase não tenho mais nada Sua memória, sua alegria em voz alta Seu jeito de pensar, não vou esquecer

Por Letra de música adaptado: Aquellas cosas que solíamos hacer de Benito Kamelas

O escravo constrói o seu orgulho em função do ardor do patrão.

Por Antoine de Saint-Exupéry

⁠As pessoas não são como as máquinas, que podem ser consertadas quando estão quebradas. Às vezes as pessoas só precisam de um tempo a sós.

Por Holo, Meu Amor

Você é o amor da minha vida. Estar em algum lugar com você, para sempre, em um lugar onde o tempo não existe, parece o paraíso.

Por American Horror Stories (série)

Ezequiel, EZ, 1:22, Sobre a cabeça dos seres viventes havia algo semelhante ao firmamento, como cristal brilhante que metia medo, estendido por sobre a cabeça deles.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

O mundo de hoje é travesti VOU FALAR UM pouco de mulher, eu que mal as entendo na vida. Não falarei das coxas e seios e bumbuns... Falo de uma aura que as percorre. Gosto do olhar de onça, parado, quando queremos seduzi-las, mesmo sinceramente, pois elas sabem que a sinceridade é volúvel. Um sorriso de descrédito lhes baila na boca quando lhes fazemos galanteios, mas acreditam assim mesmo, porque elas querem ser amadas, muito mais que desejadas. Elas estão sempre fora da vida social, mesmo quando estão dentro. Podem ser as maiores executivas, mas seu corpo lateja sob o tailleur e lá dentro os órgãos estranham a estatística e o negócio. Elas querem ser vestidas pelo amor. O amor para elas é um lugar onde se sentem protegidas. O termômetro das mulheres é: “Estou sendo amada ou não? Esse bocejo, seu rosto entediado... será que ele me ama ainda? A mulher não acredita em nosso amor. Quando tem certeza dele, para de nos amar. A mulher precisa do homem impalpável, impossível. As mulheres têm uma queda pelo canalha. O canalha é mais amado que o bonzinho. Ela sofre com o canalha, mas isso a justifica e engrandece, pois ela tem uma missão amorosa: quer que o homem a entenda, mas isso está fora de nosso alcance. A mulher pensa por metáforas. O homem, por metonímias. Entenderam? Claro que não. Digo melhor, a mulher compõe quadros mentais que se montam em um conjunto simbólico misterioso, como a arte. O homem quer princípio, meio e fim. Não estou falando da mulher sociológica, nem contemporânea, nem política. Falo de um sétimo órgão que todas têm, de um “ponto G “ da alma. Mulher não tem critério; pode amar a vida toda um vagabundo que não merece ou deixar de amar instantaneamente um sujeito devoto. É terrível quando a mulher cessa de te amar. Você vira um corpo sem órgãos, você vira também uma mulher abandonada. Toda mulher é “Bovary”... e para serem amadas, instilam medo no coração do homem... Carinhosas, mas com perigo no ar. A carinhosa total entedia os machos... ficam claustrofóbicos. O homem só ama profundamente no ciúme. Só o como conhece o verdadeiro amor. Mas, curioso, a mulher nunca é coma, mesmo abandonada, humilhada, não é coma. O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada tem ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca coma. O homem como é um palhaço. Ninguém tem pena do como. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado. A mulher não vira nada nunca. Nem nunca é corneada... pois está sempre se sentindo assim... Como no homossexualismo: a lésbica não é viado. A mulher é poesia. O homem é prosa. Isso não quer dizer que mulher seja do bem e o homem, do mal. Não. Muita vez, seus abismos são venenosos, seu mistério nos mata. A mulher quer ser possuída, mas não só no sexo, tipo “me come todinha”. Falam isso no motel, para nos animar. O homem é pornográfico; a mulher é amorosa. A pornografia é só para homens. A mulher quer ser possuída em sua abstração, em sua geografia mutante, a mulher quer ser descoberta pelo homem para ela se conhecer. Ela é uma paisagem que quer ser decifrada pelas mãos e bocas dos exploradores. Querem descobrir a beleza que cabe a nós revelar-lhes. As mulheres não sabem o que querem; o homem acha que sabe. O masculino é certo; o feminino é insolúvel. O homem é espiritual e a mulher é corporal. A mulher é metafísica; homem é engenharia. A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza. Ela vive buscando atingir a plenitude e essa luta contra o vazio justifica sua missão de entrega. Mesmo que essa “plenitude” seja um living bem decorado ou o perfeito funcionamento do lar. O amor exige coragem. E o homem... é mais covarde. O homem, quando conquista, acha que não tem mais de se esforçar e aí, dança... A mulher é muito mais exilada das certezas da vida que o homem. Ela é mais profunda que nós. Ela vive mais desamparada e, no entanto, mais segura. A vida e a morte saem de seu ventre. Ela faz parte do grande mistério que nós vemos de fora. Hoje em dia, as mulheres foram expulsas de seus ninhos de procriação e jogadas na obrigação do sexo ativo e masculino. A supergostosa é homem. É um travesti ao contrário. Alguns dizem que os homens erigiram suas instituições apenas para contrariar os poderes originais bem superiores da mulher. As mulheres sofrem mais com o mal do mundo. Carregam o fardo da dor social, por serem mais sensíveis e mais fracas. Os homens, por serem fálicos, escamoteiam a depressão e a consciência da morte com obsessões bélicas, financeiras. O mundo está tão indeterminado que está ficando feminino, como uma mulher perdida: nunca está onde pensa estar. O mundo determinista se fracionou globalmente, como a mulher. Mas não é o mundo delicado, romântico e fértil da mulher; é um mundo feminino comandado por homens boçais. Talvez seja melhor dizer um mundo-travesti. O mundo hoje é travesti.

Por Arnaldo Jabor

Salmos, SL, 61:4, Que eu possa habitar no teu tabernáculo para sempre e abrigar-me no esconderijo das tuas asas.

Por Salmos, Antigo Testamento

Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso.

Por Gabriel García Márquez

I Reis, 1RS, 17:12, Porém ela respondeu: - Tão certo como vive o Senhor, seu Deus, não tenho nenhum pão assado. Tenho apenas um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite num jarro. E, como você pode ver, apanhei dois pedaços de lenha e vou preparar esse resto de comida para mim e para o meu filho. Vamos comer e depois morreremos de fome.

Por I Reis, Antigo Testamento