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Falhaste a vida, é evidente. Mas não o digas. Porque haverá logo quem venha proclamar em alvoroço que tu mesmo afinal confessas que falhaste para o cretino trombeteiro se julgar menos falhado e os cretinos como ele.
Por Vergílio FerreiraO pássaro de barro da saudade Revoando no aro dos meus olhos Repousou nos meus dedos de silêncio Partindo para as terras ignotas. Divaguei nos roteiros do amanhã (Quilhas cortando o ventre do espaço Rasparam os recifes das quimeras Encalhando nas rochas das lembranças). E aquela argila diluída em sombras Incensando o meu templo de memórias Nas alvoradas dos meus sofrimentos. Na grande solidão do inatingível Ancorei o coração num mar de lágrimas E adormeci num inferno entre dois céus.
Por Benjamin SanchesIsaías, IS, 13:2, Sobre um monte escalvado, levantem um estandarte. Ergam a voz para eles, acenem com a mão, para que entrem pelos portões dos príncipes.
Por Isaías, Antigo TestamentoOs loucos são realmente loucos e não idiotas a ponto de desejarem secar o oceano com conta-gotas
Por Randerson FigueiredoEsvazie seu ego completamente; Abrace a paz perfeita. O mundo se move e gira; Observe-o regressar à quietude. Todas as coisas que florescem Regressarão à sua origem. Este regresso é pacífico; É o caminho da natureza, Eternamente decaindo e renovando-se. Compreender isso traz a iluminação, Ignorar isso leva à miséria. Aquele que compreende o caminho da natureza Chega a apreciar o todo; Apreciando tudo, torna-se imparcial; Sendo imparcial, torna-se magnânimo; Sendo magnânimo, torna-se parte da natureza; Sendo parte da natureza, torna-se uno com o Tao; Sendo uno com o Tao, alcança a imortalidade: Pensa que o corpo permanecerá, o Tao, não. (Tao Te Ching)
Por Lao-TséVoz Interior (A João de Deus) Embebido n'um sonho doloroso, Que atravessam fantásticos clarões, Tropeçando n'um povo de visões, Se agita meu pensar tumultuoso... Com um bramir de mar tempestuoso Que até aos céus arroja os seus cachões, Através d'uma luz de exalações, Rodeia-me o Universo monstruoso... Um ai sem termo, um trágico gemido Ecoa sem cessar ao meu ouvido, Com horrível, monótono vaivém... Só no meu coração, que sondo e meço, Não sei que voz, que eu mesmo desconheço, Em segredo protesta e afirma o Bem!
Por Antero de QuentalI Coríntios, 1CO, 4:4, Porque a consciência não me acusa de nada. Mas nem por isso me dou por justificado, pois quem me julga é o Senhor.
Por I Coríntios, Novo TestamentoSalmos, SL, 80:5, Para comer, tu lhe deste pão de lágrimas e, para beber, pranto em abundância.
Por Salmos, Antigo Testamento