Veja outros textos inspiradores!

O amor é como a guerra; fácil de começar e muito difícil de terminar.

Por Ninon de Lenclos

Isaías, IS, 54:13, Todos os seus filhos serão ensinados pelo Senhor, e será grande a paz de seus filhos.

Por Isaías, Antigo Testamento

Eclesiastes, EC, 7:27, Eis o que descobri, diz o Pregador, conferindo uma coisa com outra, para a respeito delas formar o meu juízo,

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

Daniel, DN, 6:28, Daniel prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.

Por Daniel, Antigo Testamento

Já não é a mesma hora, nem a mesma gente, nem nada igual. Ser real é isto.

Por Alberto Caeiro

Se você for o deserto, serei o mar. Se você tiver fome, tenha fome de mim. Qualquer coisa que você peça é o que serei.

Por George Michael

Nem sempre o sucesso é o último passo. Um sucesso pode ser princípio na busca por outro. Valorize cada pequena conquista!

Por 1 Minuto na Palma da Mão

O Facebook nunca diria desta maneira, mas os algoritmos são destinados a corroer o livre-arbítrio, a aliviar os humanos do ônus da escolha, empurrá-los na direção certa. Os algoritmos alimentam um senso de onipotência, a crença condescendente de que nosso comportamento pode ser alterado sem que tenhamos consciência da mão que nos guia em uma direção superior. Esse sempre foi um perigo da mentalidade da engenharia, pois vai além de suas raízes na construção de coisas e seres inanimados para projetar um mundo social mais perfeito.

Por Franklin Foer

Números, NM, 31:10, Queimaram todas as cidades em que os midianitas habitavam e todos os seus acampamentos.

Por Números, Antigo Testamento

Comparativamente à mitologia das moiras, a vida de cada um de nós é um processo artesanal, onde se vai alinhavando fio sobre fio, de maneira cuidadosa e paciente. Nesta vida, aprendemos com as moiras a festejar as intempestivas glórias, a desapegar-se, a desfrutar dos “golpes de sorte”, a sermos ativos na passividade e passivos no que pretensamente pensamos que temos o controle: aprendemos a morrer, a renascer, em suma, aprendemos a viver

Por Soraya Rodrigues de Aragao