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Enganar-se a respeito da natureza do amor é a mais espantosa das perdas. É uma perda eterna, para a qual não existe compensação nem no tempo nem na eternidade: a privação mais horrorosa, que não é possível recuperar nem nesta vida... nem na futura!

Por Soren Kierkegaard

O Contrário do Amor O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor. Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Por Martha Medeiros

Vinho. É a minha vida. Sou o melhor no meu metiê. Ou pelo menos pensava ser.

Por Gotas Divinas (Drops of God)

⁠Todas as cores de preta [...] Gritaram! Gritei! Briguei! Calaram. Não me calaram. Não calarão. Não apagarão O negro em preto e branco Sou preta Sou negra de todas as cores. De todos os tons Sou todas as cores. Sou todas as pretas.

Por Jéssica Regina (poeta)

Juízes, JZ, 8:16, E prendeu os anciãos da cidade. Pegou espinheiros e outras plantas do deserto e, com eles, deu severa lição aos homens de Sucote.

Por Juízes, Antigo Testamento

Juízes, JZ, 19:4, O sogro, o pai da moça, convenceu o levita a ficar com ele durante três dias; comeram, beberam, e o casal se alojou ali.

Por Juízes, Antigo Testamento

⁠A tentativa de superar um problema de personalidade negando-o ("não vou ficar com medo") apenas o internaliza e garante sua manutenção.

Por Alexander Lowen

⁠Encontrávamos aquilo que buscávamos nas páginas dos nossos livros favoritos.

Por Annie Darling

Errar é humano, parte da vida, então não se condene tanto, pois, ainda que tenha perdido o seu mais precioso bem, ganhaste sabedoria e ela sim é intransferível.

Por Edward Klumpp

Não sei por que eles estão sempre tentando refazer os clássicos. Eles nunca ficam tão bons quanto os originais.

Por Esqueceram de Mim no Lar, Doce Lar