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O anjo literário - anjo caído, talvez luciferino, mas anjo, no fim de contas - não tem horários fixos, nem momentos planificados. Voa por cima de um infeliz qualquer quando lhe apetece e ponto. Às vezes, esse anjo é perceptível. Às vezes, disfarça-se. Às vezes, o seu voo é tão fugaz e silencioso que nunca ninguém ficou a saber que passou por ali, espargindo palavras mágicas sobre uma qualquer vítima e deixando legiões de futuros leitores na perplexidade absoluta, porém, felizes.
Por Eduardo HalfonZacarias, ZC, 1:5, Os pais de vocês, onde estão? E os profetas, será que ainda estão vivos?
Por Zacarias, Antigo TestamentoDado que a literatura, como a vida, ensina na medida em que atua com toda a sua gama, é artificial querer que ela funcione como os manuais de virtude e boa conduta.
Por Antonio CândidoÀs vezes, é difícil encontrar o caminho, mas você sempre encontra, contanto que não desista.
Por Elizabeth LimQuantas vezes eu quis Tão longe buscar o que nunca percebi Por tantos lugares passei Mas afinal você sempre esteve aqui
Por Guilherme de SáA manhã recita um salmo, passa o vento mais amigo, e é nesse momento calmo que Deus conversa comigo
Por Humberto del Maestro