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Provérbios, PV, 19:23, O temor do Senhor conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o visitará.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Marcos, MC, 15:1, Logo pela manhã, os principais sacerdotes entraram em conselho com os anciãos, os escribas e todo o Sinédrio; e, amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos.

Por Marcos, Novo Testamento

Lamentavelmente o modelo religioso predominante no cristianismo silencia, maltrata e reduz o corpo. Afetos, desejos, paixões e pulsões são frequentemente caracterizados como algo não espiritual, que devem ser contidos e negados em nome de uma pretensa "pureza". A sexualidade é tratada de forma superficial, cerceadora, castradora, impositiva e heteronormativa. Regras se sobrepõem à vida, conceitos cristalizados impedem a escuta, o diálogo e o aprofundamento do olhar. Nesta percepção, a espiritualidade é associada à capacidade de se desprender do corpo. E, assim, são criados ambientes repressores, formatadores, neurotizantes que não dão conta da vida e das experiências humanas. E, desta forma, são criados ambientes afetos à hipocrisia, à superficialidade e aos traumas. E, desta forma, réguas comportamentais e morais geram um ambiente de vigilância e fiscalização do corpo com baixa densidade ética. É preciso resgatar a integralidade do ser humano e reconhecer no corpo fonte de beleza, de criação e recriação das formas de ser. É preciso permitir que esta ruptura dualista e doentia seja superada pela visão de que somos corpo, somos matéria, somos afeto e desejo. É preciso desenvolver a ética do corpo mediada pelo amor, pelo cuidado, pela liberdade e pelo encontro. Regras vazias formatam o que não se formata, mas o conteúdo do amor liberta o que é para ser livre em amor.

Por Henrique Vieira

O que faço todos os dias importa mais do que o que faço de vez em quando.

Por Jocelyn K. Glei

⁠Narrativas de Um Pensamento Silencioso Às vezes me imagino narrando minha vida, como uma história dramática ou inspiradora o suficiente para se tornar um filme após minha morte, e servir de inspiração para outros grandes futuros pensadores que pisarão em nosso esplêndido planeta e, assim como eu, escrever algo após reflexões de um filme. Hoje vi "Tartarugas Até Lá em Baixo", um filme que eu não tive entusiasmo em ver, mas terminei mais surpreendida do que poderia imaginar. "Talvez seja uma infinidade de tartarugas, são tartarugas até lá embaixo." A nossa mente nos sabota o tempo todo. Podemos fingir ser confiantes, porém, mesmo que inconscientemente, desacreditamos de nós mesmos. Mas não pensamos que talvez nossa mente faça isso por já termos ciência de que somos capazes — somente não enxergamos isso. Sempre haverá algo para abrir nossos olhos e olhar para a vida como o mar de oportunidades que ela realmente é. A realidade é que grande parte das coisas ruins que enxergamos no mundo é porque queremos, mesmo não querendo. Mas acredite se quiser: o que abre nossos olhos é o amor. Quando presenciamos o amor, sabemos que o "tudo" não é tão ruim assim. Mas cabe a nós — e somente a nós mesmos — decidir o que realmente habita. Você pode olhar para o amor e vê-lo como um turista em meio ao mar de maldades, e pensar que já já ele irá embora. Ou olhar para os pontos negativos e ver que eles são passageiros, e o amor permeia. A vida só é ruim quando você quer que ela seja ruim.

Por anandayasmin

Vencer é a minha obsessão

Por PLATNNO

Como era absurdo que em todos os sete reinos, as pessoas mais fracas e mais vulneráveis - meninas, mulheres - foram desarmadas e não lhes foi ensinado nada de luta, enquanto os fortes foram treinados para os mais altos níveis de sua habilidade.

Por Kristin Cashore

Nunca suponha igualdade de sentimentos.

Por Friedrich Nietzsche

O cristianismo é bom para as mulheres e os mendigos.

Por Machado de Assis

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

Por Clarice Lispector