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A pessoa mais forte não é aquela fazendo mais barulho, mas aquela que consegue, calmamente, dirigir a conversa para a definição e solução dos problemas.
Por Aaron BeckÉ como se eu só soubesse ser um tipo de pessoa aqui. Nunca fiz nada que não dê pra ler no meu histórico escolar.
Por A Caminho do Verão (filme)Jeremias, JR, 10:8, Mas todos eles se tornaram estúpidos e tolos; seu ensino é vão e morto como um pedaço de madeira.
Por Jeremias, Antigo TestamentoFlores no meu jardim já não secam mais Elas são regadas por lágrimas de quem se opôs Dores que já senti, hoje não sinto mais Desde o pedido que cê me propôs
Por ChoiceII Reis, 2RS, 23:6, Também tirou da Casa do Senhor o poste da deusa Aserá, que levou para fora de Jerusalém até o vale do Cedrom, onde o queimou e o reduziu a pó, que lançou sobre as sepulturas do povo simples.
Por II Reis, Antigo TestamentoPosso não viver para ver nossa glória Mas me juntarei à luta com prazer E quando nossos filhos contarem nossa história Contarão a história desta noite
Por Hamilton (musical)E se for a árvore de Judas este amor pendurado num canto apartado da casa. As mãos perdidas nos cortes nas cicatrizes dos beijos nos pés inquietos, aguardando percorrer o mesmo idêntico percurso. Os nossos corpos não nos bastavam nós os tínhamos trocado entre nós por acaso ou para derrotar a sorte. Agora a pele cinzela outras palavras filtra a luz e aguarda distanciada outros perfumes, ou os jogos da morte.
Por Alessio BrandoliniOração do Milho Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres. Meu grão, perdido por acaso, nasce e cresce na terra descuidada. Ponho folhas e haste e se me ajudares Senhor, mesmo planta de acaso, solitária, dou espigas e devolvo em muitos grãos, o grão perdido inicial, salvo por milagre, que a terra fecundou. Sou a planta primária da lavoura. Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo. E de mim, não se faz o pão alvo, universal. O Justo não me consagrou Pão da Vida, nem lugar me foi dado nos altares. Sou apenas o alimento forte e substancial dos que trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre. Sou de origem obscura e de ascendência pobre. Alimento de rústicos e animais do jugo. Fui o angú pesado e constante do escravo na exaustão do eito. Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante. Sou a farinha econômica do proletário. Sou a polenta do imigrante e a miga dos que começam a vida em terra estranha. Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos paiois. Sou o cocho abastecido donde rumina o gado Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece. Sou o carcarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos. Sou a pobreza vegetal, agradecida a Vós, Senhor, que me fizeste necessária e humilde Sou o milho.
Por Cora Coralina