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I Samuel, 1SM, 12:14, Se vocês temerem o Senhor, se o servirem, se derem ouvidos à sua voz e não forem rebeldes ao seu mandado, se seguirem o Senhor, seu Deus, tanto vocês como o rei que governa sobre vocês, então tudo lhes irá bem.

Por I Samuel, Antigo Testamento

⁠As palavras "eu te matarei" deveriam ser deixadas sem serem ditas até o trabalho estar feito. É assim que funciona no mundo de gângsteres em que vivemos. -Bruno Bucciarati

Por Jojo's Bizarre Adventure

Hoje, todo e qualquer sociólogo que se preze volta a dizer que nunca se descobrirá ambiente mais favorável à educação do que o da família.

Por D. Paulo Evaristo Arns

⁠Futebol é um jogo de erros. Aquele que cometer menos erros vence.

Por Johan Cruyff

O crime te chama rapaz Não se entregue de vez, negue de vez Não seja burro igual meu pai Que não viu a coisa mais inteligente que fez...

Por BK'

A verdade sempre dói.

Por Kristin Hannah

Você é um verdadeiro Escudo da Chama, e não deixe que ninguém diga o contrário – nem mesmo eu.

Por Final Fantasy XVI

Não vão me processar por isso, né? Por favor, não. Porque eu tenho tantos filhos e eles… Eles dão tanta despesa…

Por Doze é Demais (2022)

– Qual é o seu maior sonho? – Beijar você.

Por Becca Fitzpatrick

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector