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Na palma da mão lê-se o destino Ao coração, disse o menino Quer se casar com amor sincero Traz Iansã, abre o caminho Faz enxergar, venha sorrindo Pede pro meu orixá
Por Fran (cantor)Apesar disso - escutem bem - todos os homens matam a coisa amada; Com galanteio alguns o fazem, enquanto outros Com face amargurada; Os covardes o fazem com um beijo, Os bravos, com a espada!"
Por Oscar WildeQuer ter paz dentro do teu deserto? Vive uma vida de leitura bíblica, oração e jejum!
Por Miriam LealEzequiel, EZ, 38:19, Pois, no meu zelo, no fogo do meu furor, eu disse que, naquele dia, haverá um grande terremoto na terra de Israel.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoO assassinato de uma garota pobre foi a faísca que incendiou o reino da França. Quero lembrar que sua morte não foi em vão. Foi o início de uma conquista. A de um povo preparado para lutar pela liberdade, pela igualdade e pela fraternidade.
Por La Révolution (série)Dizem que os livros encontram seus leitores, mas às vezes é preciso que alguém lhes indique o caminho.
Por Carsten HennNão me diga que eu não avisei Não foi uma, nem duas, nem três Falei sério e você brincou Mas quando eu digo que acabou Acabou
Por Gabriel DinizE os grandes proprietários, que têm de perder as suas terras na primeira rebelião, os grandes proprietários que estudam a História, que têm olhos para ler a História, deviam conhecer este grande fato: a propriedade quando acumulada em muito poucas mãos esta destinada a ser espoliada. E do fato complementar também: quando uma maioria passa frio e fome, tomará à força aquilo que necessita. E também o fato gritante, que ecoa por toda a História: a repressão só conduz ao fortalecimento e união de todos os oprimidos. Os poderosos proprietários ignoram os três grandes gritos da História. A terra acumulou-se em poucas mãos, o número dos espoliados cresceu e todos os esforços dos grandes proprietários se orientaram no sentido da repressão. Gastava-se o dinheiro em armas e gases para proteção das grandes propriedades; espiões eram enviados com a missão de descobrir insurreições latentes, que precisavam ser abafadas antes que nascessem. Ignorava-se a transformação econômica; não se tomavam em consideração os planos para a transformação; apenas se tomavam em conta os meios de destruir as revoltas enquanto as causas das revoltas permaneciam.” John Steinbeck, in As vinhas da ira
Por John Steinbeck