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Tenho que me lembrar de respirar, tenho quase que lembrar meu coração de bater! Vivo como se me impulsionasse uma mola endurecida: é constrangido que realizo o ato mais insignificante, desde de que esse ato não dependa daquele pensamento único; é constrangido que reparo em qualquer coisa viva ou morta, se ela não esta associada à ideia que é para mim universal. Um único desejo alimento, e todo o meu corpo, todas as minhas faculdades anseiam por atingi-lo, vêm ansiando por isso há tanto tempo, e tão inflexivelmente, que estou convencido de que esse desejo será satisfeito, e em breve, porque já dominou minha existência.
Por Emily BrontëTodo homem é um tolo por pelo menos 5 minutos tdos os dias; a sabedoria consiste em não exceder este limete.
Por Elbert HubbardDevo confessar preliminarmente, que eu não sei o que é belo e nem sei o que é arte.
Por Mário de AndradeSalmos, SL, 132:2, Lembra-te de como ele jurou ao Senhor e fez votos ao Poderoso de Jacó, dizendo:
Por Salmos, Antigo TestamentoVingamos o intelecto quando enganamos um tolo, e isso é uma vitória a não desprezar.
Por Giacomo CasanovaI Reis, 1RS, 8:54, Quando Salomão acabou de fazer ao Senhor toda esta oração e súplica, ele se levantou de diante do altar do Senhor, onde tinha se ajoelhado com as mãos estendidas para os céus.
Por I Reis, Antigo TestamentoSONETEAR Uma constante inspiração de agrado Por ti, soneto, o meu versejar sente Que outra, tal como tu, indiferente É. Somente em ti eu fico inspirado Como em um estímulo imaculado Com os versos da ilusão da gente A cada poesia o poema reluzente De beijos, desejos, e sonho alado Em ti não tenho sombria fronteira Pois em ti confio a quimera inteira Nas horas tristonhas e de encanto E nos jardins dum poetar majestoso Esvoaçam, o tal sonetear impetuoso Das tantas fantasias do meu canto! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado Araguari, MG – 13/08/2021, 11’58”
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLChorai arcadas Do violoncelo! Convulsionadas, Pontes aladas De pesadelo... De que esvoaçam, Brancos, os arcos... Por baixo passam, Se despedaçam, No rio, os barcos. Fundas, soluçam Caudais de choro... Que ruínas, (ouçam)! Se se debruçam, Que sorvedouro!... Trêmulos astros, Soidões lacustres... Lemes e mastros... E os alabastros Dos balaústres! Urnas quebradas! Blocos de gelo... Chorai arcadas, Despedaçadas, Do violoncelo.
Por Camilo Pessanha