Veja outros textos inspiradores!

Todo o mundo é feito de música. Somos todos cordas em uma lira.

Por Joe Hill

⁠Você mentiu sobre gostar de gatos. Como devo confiar em você agora?

Por Argylle: O Superespião (filme)

Nossa verdade interior é o que dirige nosso destino.

Por Helen Keller

Ester, ET, 3:12, No dia treze do primeiro mês, chamaram os secretários do rei e, segundo tudo o que Hamã havia ordenado, se escreveu aos sátrapas do rei, aos governadores de todas as províncias e aos chefes de cada povo. A ordem devia ser endereçada a cada província no seu próprio modo de escrever e a cada povo na sua própria língua. Foi escrita em nome do rei Assuero e selada com o anel-sinete do rei.

Por Ester, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 16:10, Porém Asa se indignou contra o profeta e o lançou na prisão, porque estava enfurecido contra ele por causa disso. Na mesma ocasião, Asa oprimiu alguns do povo.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

⁠As crianças são as únicas pessoas que aceitam um estado de espírito de deslumbramento, que estão prontas para acolher um milagre perfeito a qualquer hora do dia ou da noite.

Por Kenneth Grahame

Podes não acreditar, mas ainda consegues me intimidar com teu olhar, ainda me fazes tropeçar em palavras quando estamos juntos, ainda me fazes estremecer quando me chama de amor. Podes não acreditar, mas ainda despertas em mim a vontade de um novo dia , para poder te encontrar de novo, talvez sem novidades, mas apenas estar ali com você e saber que estas comigo. Podes não acreditar, Mas você me fez sair do meu mundo, para viver o nosso mundo, o nosso amor, o nosso querer, me fazendo sentir a pessoa mais amada que possa ser e me realizando a cada instante que me dedicas... Podes não acreditar, mas deixei de ser uma inteligente solitária, para ser uma boba apaixonada por você...

Por Cecilia Sfalsin

Entre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por Alphonsus de Guimaraens

⁠É como a vida: às vezes os detalhes acabam sendo as coisas mais importantes.

Por Joyce Maynard

Me desculpa por não saber lidar com a saudade exagerada... Me desculpe por querer estar perto, nem que seja te olhando! Me desculpa por te sufocar com meus sentimentos loucos. Me desculpa por não ser a pessoa que você deseja ter por perto. Me desculpa por muita das vezes não saber agradecer o que fazes por mim. Me desculpa!

Por Tência Medeiros.