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⁠Quem sabe? Se for pra ficarmos juntos, vamos achar o caminho de volta um para o outro.

Por A Barraca do Beijo 3

Eu sinto a luz enfraquecendo, Sua Majestade. (...) A luz do equilíbrio que sustenta o mundo.

Por Contos de Terramar

O justo não confia nas riquezas, mas faz de Deus sua segurança perene, ainda que lhe faltem todos os recursos dessa vida.

Por Habacuque

Provérbios, PV, 30:9, para não acontecer que, estando eu farto, te negue e diga: ´Quem é o Senhor?` Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Não importa o quão insano você é. Existe sempre alguém para completar a sua insanidade.

Por Arlequina

Tiago, TG, 4:10, Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará.

Por Tiago, Novo Testamento

I Samuel, 1SM, 3:4, o Senhor chamou o menino: - Samuel, Samuel! Este respondeu: - Eis-me aqui!

Por I Samuel, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 36:21, Cuidado! Não se incline para a iniquidade, você parece preferir a iniquidade à sua miséria.`

Por Jó, Antigo Testamento

Lucas, LC, 10:23, E, voltando-se para os seus discípulos, Jesus lhes disse em particular: <J> - Bem-aventurados os olhos que veem as coisas que vocês estão vendo.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos: 1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); 3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou: 1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.

Por Alexandre, o Grande