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João, JO, 9:8, Então os vizinhos e os que antes o conheciam de vista, como mendigo, perguntavam: - Não é este o que ficava sentado pedindo esmolas?
Por João, Novo TestamentoJuízes, JZ, 6:23, Mas o Senhor lhe disse: - Que a paz esteja com você! Não tenha medo! Você não morrerá!
Por Juízes, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 2:18, Então voltaram para junto de Eliseu, que tinha ficado em Jericó. E ele lhes disse: - Eu não disse que vocês não deveriam ir?
Por II Reis, Antigo Testamentoquantos oceanos, mares, lagos, e todo tipo de coisas que contêm grandes quantidades de água que tu já derrubaste por causa de pessoas que sonhavam com montanhas, vales e desertos? – queríamos ecossistemas diferentes.
Por Amanda KviatkovskiNão há rumor na terra.... O silêncio se abriu... As feras se aquietaram... Em direção ao pó os corações jazem nas sombras... De mãos em arcos os anjos oram... Onde estão os inocentes? Aqueles apontados por dedos tortuosos... Cadê as flores que foram pisoteadas pelos hipócritas? Onde estão as vozes que foram silenciadas pelas bocas amaldiçoadas? Ao levantar do vento... De ser todo só o meu exterior olho e choro... Mesmo que eu ouça só esse estranho zumbido... Vendo cair os pássaros... Em meu coração emudecido grito... Nas pessoas que passam na rua... Com elas não me identifico... E só lamento... De ver o amor tornar-se perdido.. Cada um perdido no próprio sonho... Até no sorriso que vem e que vai... Todo mundo é convicto... Dos próprios ais... E eu, que não sou mais do que eles... Volto a olhar para tudo... Como antes do amanhecer... E faço-me, assim crer... Que bastaria apenas mostrar... Minha alma num olhar... Para tudo diferente acontecer... E o mais estranho do que todas as estranhezas... É que as cousas sejam realmente o que parecem ser... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal NogueiraEis o homem sentado à mesa Diante da folha branca. Um longo, longo caminho, Da vida para a palavra. Decantação, purificação Para chegar ao pássaro. O homem que está à mesa Atravessou muitos desertos Virou do avesso a certeza Naufragou nos mares do sul. Entre ditongo e ditongo Para chegar ao pássaro Tu próprio terás de ser Cada vez mais substantivo. Irás de sílaba em sílaba Ferido por sete espadas Diante da folha branca Serás fome e serás sede Como o homem que está à mesa, O homem tão despojado Que a si mesmo se transforma No pássaro que busca a forma. Este é tempo do homem perdido na multidão Como ser desintegrado Na folha branca da cidade. Tempo do homem sentado À mesa da solidão. Há palavras como asas, outras mais como raízes O pássaro voa por dentro Do homem sentado à mesa. Vai de fonema em fonema Sobre as cordas dos sentidos. Se vires o homem que passa Como se fosse no ar Já sabes: é o homem que está Diante da folha branca. Às vezes levanta vôo Para outro espaço, outro azul E deixa dentro das sílabas Um rastro como de sul. Quando recordas, Quando a tristeza toca demais as cordas do coração Quando um ritmo começa Dentro das palavras, Um sapateado inconfundível (Malagueña, malagueña!) E a folha branca é uma Espanha Para cantar, para dançar Para morrer entre sol e sombra Às cinco em sangue... Então verás chegar O homem sentado à mesa Às cinco en sombra de la tarde Malagueña, Malagueña! Diante da folha branca Como por terras de Espanha. Nos descampados deste tempo Nos aeroportos auto-estradas Nos anúncios sob as pontes Talvez no marco geodésico No fumo do lixo ardendo No cheiro do alcatrão Nos dejectos de lata e plástico Nos jornais amarrotados Nas barracas sobre a encosta Na estrutura de betão Sobre o gasóleo e a tristeza Sobre a grande poluição Onde nem folha ou erva cresce Seco, duro, estéril tempo Diante da folha branca Da solidão suburbana Onde a multidão se perde Entre tristeza e tristeza Às vezes um coração: Talvez um pássaro verde Ou talvez só a canção Do homem sentado à mesa O homem que está à mesa Tem qualquer coisa que escapa Qualquer coisa que o faz ser Ausente quando presente Às vezes como de mar Às vezes como de sul Um certo modo de olhar Como atravessando as coisas Um certo jeito de quem Está sempre para partir. O homem sentado à mesa Não está sentado: caminha Navega por sobre os mares Ou por dentro de si mesmo. Vem de longe para longe Do passado para agora De agora para amanhã Está no avesso da hora! Solta o pássaro, não pára, Tem outro espaço, outro azul Às vezes como de mar Às vezes como de azul E não se tem a certeza se está do lado de cá Ou se está do outro lado, deste lado onde não está. Mesmo se sentado à mesa Não é possível detê-lo O homem que tem um pássaro É sempre um homem que passa. Tem qualquer coisa que nem se sabe O quê nem de quem É talvez um mais além Algo que sobe e que voa Entre o Aqui e o Ali Algo que não se perdoa Ao homem quando ele tem Um pássaro dentro de si... Há um tocador a tocar As harpas de cada sílaba Diante da folha branca Tudo é guitarra e surpresa. Escutai o pássaro e o canto Do homem sentado à mesa!
Por Manuel AlegreA vida é como um tubo de pasta de dente. Quando você usa toda a pasta de dente até a última gota é quando você realmente vive. Viva com todas as suas forças e lute enquanto você tiver vida. (Mion Sonozaki)
Por Higurashi no Naku Koro Ni KaiA saúde de uma sociedade democrática pode ser medida pela qualidade de funções desempenhadas por seus cidadãos.
Por Alexis de Tocqueville