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⁠⁠Para todos aqui, você é um dos homens mais perigosos do mundo. Me disseram que sua ambição te faria capaz de matar um urso, com as próprias mãos.

Por Vikings

João, JO, 6:25, E, tendo-o encontrado no outro lado do mar, lhe perguntaram: - Mestre, quando o senhor chegou aqui?

Por João, Novo Testamento

⁠Levanto os meus olhos Para os montes De onde me virá o socorro O meu socorro vem do Senhor Que fez os céus e a terra O meu socorro vem do Senhor Que abriu o mar, pra me salvar

Por Felipe Neiva

Mateus, MT, 4:18, Caminhando junto ao mar da Galileia, Jesus viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André. Eles lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores.

Por Mateus, Novo Testamento

Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.

Por Irvin D. Yalom

Jeremias, JR, 32:6, Jeremias disse: - A palavra do Senhor veio a mim, dizendo:

Por Jeremias, Antigo Testamento

" As escrituras testificam dele e não o contrário".

Por Alessandro Vilas Boas

⁠⁠Enquanto houver Um pingo Uma fração Um sopro Uma ideia Uma canção Um ombro Um coração Pra resistir, cuidar Quando o sinal fechar Enquanto houver Um pouco Um troco Um grão Um sinal de vida Uma ilusão Um sonho Um irmão Pra dividir, somar Quando o sinal fechar E se faltar o vento A gente inventa um movimento E corre o mundo pra ver mundo girar Fazer do nosso canto Um jeito de lutar Enquanto houver Espaço pro depois O traço do amanhã a gente faz Ao redor de nós Quando o sinal fechar Não estaremos sós

Por Cao Laru

Salmos, SL, 25:4, Faze-me conhecer os teus caminhos, Senhor; ensina-me as tuas veredas.

Por Salmos, Antigo Testamento

Natal, e não Dezembro Entremos, apressados, friorentos, numa gruta, no bojo de um navio, num presépio, num prédio, num presídio no prédio que amanhã for demolido... Entremos, inseguros, mas entremos. Entremos e depressa, em qualquer sítio, porque esta noite chama-se Dezembro, porque sofremos, porque temos frio. Entremos, dois a dois: somos duzentos, duzentos mil, doze milhões de nada. Procuremos o rastro de uma casa, a cave, a gruta, o sulco de uma nave... Entremos, despojados, mas entremos. De mãos dadas talvez o fogo nasça, talvez seja Natal e não Dezembro, talvez universal a consoada.

Por David Mourão-Ferreira