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Sinto como se o Sol tivesse se posto e não tivesse nascido por cinco dias. Estou vivendo uma noite infinita.
Por Christian GreySomos excessivamente indulgentes para com as nossas fraquezas e concedemo-nos, no amor, todas as liberdades. - Cyro dos Anjos in Abdias
Por Cyro dos AnjosSalmos, SL, 76:5, Os corajosos foram despojados; jazem a dormir o seu sono, e nenhum dos valentes pode valer-se das próprias mãos.
Por Salmos, Antigo TestamentoSó você sabe o que é melhor para você. Você é livre para querer se casar ou não, ficar em um relacionamento aberto ou não, morar com alguém ou não. Enfim, seja o que for, só cabe a você decidir. Mas a pessoa ao seu lado precisa ser um acréscimo na sua vida. Não uma parte essencial sem a qual você não é capaz de viver. Essa parte essencial não é uma parte. É você inteira. E você só depende de você para ser feliz e fazer o que for com a sua própria vida.
Por Aione SimõesDa chegada do amor Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,
Por Elisa LucindaLevítico, LV, 15:22, Quem tocar alguma coisa sobre que ela se tiver assentado lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde.
Por Levítico, Antigo TestamentoComo combater um vício, ser anti-racista exige autoconsciência persistente, autocrítica constante e autoanáliseregular.
Por Ibram X. KendiA ciência é a experiência, e a experiência é um manto que se tece ao longo de vários séculos; e quanto mais o manto se estende, mais a ciência é completa e segura.
Por C. Bini