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Plantar couves é imitar alguém.

Por Alfred de Musset

Nunca pensamos que tudo o que tínhamos pudesse desaparecer tão rapidamente. Mas num piscar de olhos, tudo se foi.

Por Alice and Zouroku

A forma como a água conecta todas as coisas. Antes de você nascer e depois da sua morte.

Por Avatar: O Caminho da Água

“Haverá eterna perda por todo conhecimento e capacidade não alcançados, que poderíamos ter ganho.”

Por Ellen G. White

⁠Havia tanto para lembrar que às vezes a melhor coisa a fazer era esquecer.

Por Joyce Maynard

Uma das coisas que mais me confunde quando surge algo do meu passado é nunca saber se aquilo realmente aconteceu daquela maneira, se aquela era a maneira que parecia para mim naquele momento ou se estou inventando. Sou como um homem que passou a vida inteira semiadormecido, tentando descobrir como ele era antes de acordar. Tudo está estranhamente borrado e em câmera lenta.

Por Daniel Keyes

Josué, JS, 10:40, Assim Josué conquistou toda aquela terra, a região montanhosa, o Neguebe, a Sefelá e as descidas das águas, e derrotou todos os seus reis. Destruiu tudo o que tinha fôlego de vida, sem deixar nem sequer um, como o Senhor, o Deus de Israel, havia ordenado.

Por Josué, Antigo Testamento

⁠O crescimento econômico libera as sociedades da pressão natural, que exigia sua luta imediata pela sobrevivência; mas, agora, é do libertador que elas não conseguem se libertar. A independência da mercadoria estendeu-se ao conjunto da economia, sobre a qual ela impera.

Por Guy Debord

Atos, AT, 18:19, Quando chegaram a Éfeso, Paulo deixou ali Priscila e Áquila. Ele, porém, entrando na sinagoga, pregava aos judeus.

Por Atos, Novo Testamento

As aparências enganam Aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera No insistente perfume de alguma coisa chamada amor.

Por Elis Regina