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Cada pedacinho da minha vida está ligado a Harry Potter. Quando conheço pessoas que consideram como parte da vida delas os filmes ou os livros, e que, de certa forma, a história faz parte da identidade delas, me sinto muito orgulhoso.

Por Harry Potter: De Volta a Hogwarts

Nunca diga te amo se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo.

Por Desconhecido

I Samuel, 1SM, 12:10, Eles clamaram ao Senhor e disseram: ´Pecamos, pois deixamos o Senhor e servimos os baalins e astarotes. Mas agora livra-nos das mãos de nossos inimigos, e te serviremos.`

Por I Samuel, Antigo Testamento

Antes que elas cresçam Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente. Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros. Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela. Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas. Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes. O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

Por Affonso Romano de Sant'Anna

Provérbios, PV, 15:30, O brilho nos olhos alegra o coração; uma boa notícia fortalece até os ossos.

Por Provérbios, Antigo Testamento

⁠Se não vamos usar nosso poder com responsabilidade, então não deveríamos usá-lo de forma alguma.

Por Jovens Bruxas - Nova Irmandade

Salmos, SL, 37:35, Vi um ímpio prepotente expandir-se como um cedro do Líbano.

Por Salmos, Antigo Testamento

Números, NM, 32:22, e a terra estiver subjugada diante do Senhor, então vocês poderão voltar e estarão desobrigados diante do Senhor e diante de Israel; e a posse desta terra será de vocês diante do Senhor.

Por Números, Antigo Testamento

Diante dos desafios, seja como a flor de Lótus, que em meio ao lodaçal do que “nada restou”, se ergue vitoriosa vislumbrando um ponto de luz, vindo do alto ou de dentro da própria alma.

Por Soraya Rodrigues de Aragao

Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar Vou pedir pra você voltar Vou pedir pra você ficar Eu te amo Eu te quero bem Vou pedir pra você gostar Vou pedir pra você me amar Eu te amo Eu te adoro, meu amor A semana inteira fiquei esperando Pra te ver sorrindo Pra te ver cantando Quando a gente ama não pensa em dinheiro Só se quer amar Se quer amar Se quer amar De jeito maneira Não quero dinheiro Eu quero amor sincero Isto é que eu espero Grito ao mundo inteiro Não quero dinheiro Eu só quero amar Espero para ver se você vem Não te troco nessa vida por ninguém Porque eu te amo Eu te quero bem Acontece que na vida a gente tem Que ser feliz por ser amado por alguém Porque eu te amo Eu te adoro, meu amor

Por Tim Maia