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Ezequiel, EZ, 18:11, que o pai nunca cometeu, mas comer carne sacrificada nos altos, contaminar a mulher de seu próximo,
Por Ezequiel, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 2:10, Quando o menino já era grande, ela o levou à filha de Faraó, da qual ele passou a ser filho. Esta lhe deu o nome de Moisés e disse: - Porque das águas o tirei.
Por Êxodo, Antigo TestamentoA pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo.
Por Olavo BilacÊxodo, EX, 33:20, E acrescentou: - Você não poderá ver a minha face, porque ninguém verá a minha face e viverá.
Por Êxodo, Antigo TestamentoGosto de pensar que as palavras faladas são facilmente esquecidas, mas as escritas são para sempre.
Por Ilko MinevViajei no interior de minha alma e só encontrei um vazio, eu, por vezes tão racional, me aquietei. Arrastei-me sozinha por anos, soluçando de tanto me esquivar, carregando sobre os ombros o peso de algumas encarnações mal sucedidas. Minha intuição sucumbem meu corpo, é por fim, arduamente, o único percurso, sem certeza alguma.
Por Carla FernandesVem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.
Por Ricardo Reis