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Ezequiel, EZ, 18:11, que o pai nunca cometeu, mas comer carne sacrificada nos altos, contaminar a mulher de seu próximo,

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Não se conhece completamente uma ciência enquanto não se souber da sua história.

Por Auguste Comte

Êxodo, EX, 2:10, Quando o menino já era grande, ela o levou à filha de Faraó, da qual ele passou a ser filho. Esta lhe deu o nome de Moisés e disse: - Porque das águas o tirei.

Por Êxodo, Antigo Testamento

A pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo.

Por Olavo Bilac

Êxodo, EX, 33:20, E acrescentou: - Você não poderá ver a minha face, porque ninguém verá a minha face e viverá.

Por Êxodo, Antigo Testamento

O amor-próprio contribui mais para nos enganar do que o artifício dos outros.

Por Gabriel Meilhan

Cinza, que é a cor do céu na França, também é a cor da própria verdade.

Por Jacques de Biez

Gosto de pensar que as palavras faladas são facilmente esquecidas, mas as escritas são para sempre.

Por Ilko Minev

Viajei no interior de minha alma e só encontrei um vazio, eu, por vezes tão racional, me aquietei. Arrastei-me sozinha por anos, soluçando de tanto me esquivar, carregando sobre os ombros o peso de algumas encarnações mal sucedidas. Minha intuição sucumbem meu corpo, é por fim, arduamente, o único percurso, sem certeza alguma.

Por Carla Fernandes

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.

Por Ricardo Reis