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Perdoa-me, Visão dos Meus Amores Perdoa-me, visão dos meus amores, Se a ti ergui meus olhos suspirando!… Se eu pensava num beijo desmaiando Gozar contigo uma estação de flôres! De minhas faces os mortais palores, Minha febre noturna delirando, Meus ais, meus tristes ais vão revelando Que peno e morro de amorosas dores… Morro, morro por ti! na minha aurora A dor do coração, a dor mais forte, A dor de um desengano me devora… Sem que última esperança me conforte, Eu – que outrora vivia! – eu sinto agora Morte no coração, nos olhos morte!
Por Álvares de AzevedoAfinal, as lembranças eram criaturas fantásticas - elas se erguiam com o mais leve sopro de alimento.
Por Chloe GongEfésios, EF, 3:7, do qual fui constituído ministro conforme o dom da graça de Deus a mim concedida segundo a força operante do seu poder.
Por Efésios, Novo TestamentoEzequiel, EZ, 21:27, Ruína! Ruína! A ruínas a reduzirei, e ela já não será, até que venha aquele a quem caberá o julgamento; a ele eu a entregarei.`
Por Ezequiel, Antigo Testamento