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Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou. Não acho graça em quem não acha graça. Acho chato quem não se contradiz. Às vezes desejo mal. Sou humana. Sou quase normal. Não ligo se gostarem de mim em partes. Mas desejo que eu me aceite por inteiro. Não sou perfeita, não sou previsível. Sou uma louca. Admiro grandes qualidades. Mas gosto mesmo dos pequenos defeitos. São eles que nos fazem grande. Que nos fazem fortes. Que nos fazem acordar. Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, ACEITAR É SER FELIZ.

Por Fernanda Mello

Êxodo, EX, 35:14, o candelabro da iluminação, os seus utensílios, as suas lâmpadas e o azeite para a iluminação;

Por Êxodo, Antigo Testamento

Deuteronômio, DT, 4:26, hoje tomo o céu e a terra por testemunhas contra vocês, que vocês serão imediatamente eliminados da terra da qual, passando o Jordão, vocês tomarão posse. Vocês não prolongarão os seus dias nela; pelo contrário, serão totalmente destruídos.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Lucas, LC, 4:24, E Jesus prosseguiu: <J> - De fato, afirmo a vocês que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Jó, JÓ, 20:15, Engoliu riquezas, mas terá de vomitá-las; Deus o obrigará a lançá-las de seu ventre.

Por Jó, Antigo Testamento

Você olha aquele cara na balada: feio, caindo todo bêbado, te perguntando seu nome de 2 em 2 minutos. Os caras de filmes não, geralmente eles te conhecem debaixo da chuva, vocês se olham.. Aquele magnetismo no olhar.. Daí vocês se beijam, se amam, casam, tem filhos, cachorrinho chamado Toby e depois vivem felizes para sempre! Filmes, vamos parar de nos iludir?

Por Isabela Freitas

O arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.

Por Junqueira Freire

De todos aqueles que consideramos felizes, não há um que o seja.

Por Anaxágoras

Da compaixão espera tudo, exceto auxílio.

Por Emanuel Wertheimer

Velocidade é isso, sentir-se livre. Quando corremos pensamos na vida, ficamos em silêncio, ouvindo apenas o barulho do motor.

Por Paul Walker