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Os loucos abrem caminhos que mais tarde serão percorridos pelos sábios.

Por Carlo Dossi

⁠O SÓ Na longa alameda a luz aos pedaços cai mole do alto dos postes. Ele olha. Para que não doa, apenas olha. E não dói.

Por Eucanaã Ferraz

Isaías, IS, 34:2, Porque a indignação do Senhor está contra todas as nações, e o seu furor está contra todo o exército delas; ele as destinou para a destruição e as entregou à matança.

Por Isaías, Antigo Testamento

II Samuel, 2SM, 22:3, o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu alto refúgio. Ó Deus, tu me salvas da violência.

Por II Samuel, Antigo Testamento

O essencialista não faz mais coisas em menos tempo. Ele faz apenas as coisas certas.

Por Greg Mckeown

II Reis, 2RS, 15:24, Fez o que era mau aos olhos do Senhor; não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que este levou Israel a cometer.

Por II Reis, Antigo Testamento

Em que consiste a pior das covardias? Parecer-se covarde perante os outros e manter a paz? Ou ser-se covarde perante nós próprios e provocar a guerra?

Por Jean Giraudoux

Tenho essa teoria de que sonhamos porque pensamos em coisas sem termos consciência de que estamos pensando. E essas coisas, bem, elas nos assombram nos sonhos. Talvez sejamos como pneus cheios demais. O ar precisa escapar. Os sonhos são isso.

Por Benjamin Alire Sáenz

Jeremias, JR, 13:10, Este povo mau, que se recusa a ouvir as minhas palavras, que anda segundo a dureza do seu coração e segue outros deuses para os servir e adorar, será tal como este cinto, que não presta para nada.

Por Jeremias, Antigo Testamento

VAGA-LUMES Em uma cidade antiga, muito antiga, de quatro ou cinco casas antigas, muito antigas, ela resolveu fugir da cama. Esperou anoitecer, até as paredes dormirem para sair. Correu como quem ama. Se soubesse para onde ia, não seria ela. Simplesmente foi, porque a vontade de sentir o vento frio no rosto, a consumia feito vela. O chão de pedra gelada nos pés sem sapatos. Nos olhos, o escuro. Tinha alguma coisa naquela noite que a chamava pela janela e ela foi. Por cima do muro. Se não tivesse ido, não seria ela. Se não tivesse ido, seria morta. Foi correndo pelo escuro sem saber aonde dava a viela, E a estrada torta. Tão escuro era, que esquecia como era a luz. Corria, corria, corria e, de repente, esqueceu o que era o dia. Percebeu aos poucos que a viela era tomada por vaga lumes. Dezenas, centenas deles. Não eram capazes de alumiar a noite em dia com seu brilho raro. Mas a fez lembrar, Como era o claro. E saber por que, afinal, fugiu da cama. É que a cidade não entendia, a agonia de quem Ama. E da noite faz cantiga. É que dizem que o Amor é coisa antiga, Muito antiga.

Por Clarice Freire